Furkejuvvon:
| Váldodahkki: | |
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| Materiálatiipa: | Recurso digital |
| Giella: | portugalágiella |
| Almmustuhtton: |
Zenodo
2025
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| Fáttát: | |
| Liŋkkat: | https://doi.org/10.5281/zenodo.17180280 |
| Fáddágilkorat: |
Lasit fáddágilkoriid
Eai fáddágilkorat, Lasit vuosttaš fáddágilkora!
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Sisdoallologahallan:
- <p>A teoria da infração temporal busca compreender a discrepância entre a medida objetiva<br>do tempo, marcada pelo relógio, e a percepção subjetiva vivida pelos indivíduos. Embora<br>as 24 horas permaneçam constantes, cresce a sensação de que os dias se tornam mais<br>curtos. O estudo apresenta duas hipóteses centrais: a diluição temporal, que sugere a<br>perda gradual da “densidade” do tempo, e a compressão subjetiva, relacionada ao<br>processamento acelerado de informações pelo cérebro humano. Além disso, propõe-se um<br>modelo matemático para quantificar esse fenômeno, explorando causas internas, de<br>natureza cognitiva, e externas, vinculadas a eventos cósmicos. O objetivo é refletir sobre<br>as implicações dessa teoria na organização da vida social e individual, ressaltando a<br>importância de repensar a forma como o tempo é valorizado e vivenciado.</p>