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| Autors principals: | , |
|---|---|
| Format: | Recurso digital |
| Idioma: | portuguès |
| Publicat: |
Zenodo
2025
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| Matèries: | |
| Accés en línia: | https://doi.org/10.5281/zenodo.17308949 |
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Taula de continguts:
- <p>O presente estudo analisa os “slogans verdes” e os “comportamentos cinzentos” no contexto ESG sob uma perspectiva antropológica, articulando referenciais como Geertz, Douglas, Lévi-Strauss, Descola e Ingold. Ao examinar casos de empresas como JBS e Vale S.A., argumenta que, além do greenwashing, práticas empresariais genuinamente sustentáveis frequentemente coexistem com condutas ambíguas e contraditórias. O estudo evidencia que essas narrativas simbólicas criam zonas de tensão entre discurso e prática, legitimando paradoxos éticos e reforçando estruturas de poder. A abordagem proposta ultrapassa as análises tradicionais, mostrando que o espectro entre o “verde” e o “cinza” desafia leituras simplistas e demanda investigações críticas sobre a autenticidade das estratégias ESG. A reflexão sugere a necessidade urgente de modelos organizacionais que superem a retórica e promovam mudanças estruturais rumo a uma sustentabilidade corporativa genuína. </p> <p>Palavras-chave: Antropologia, Comportamentos cinzentos, ESG, Greenwashing, Simbolismo corporativo.</p>