I tiakina i:
Ngā taipitopito rārangi puna kōrero
Ngā kaituhi matua: Andre Carapeto % Ana Francisco, Paulo Pereira, Miguel Porto
Hōputu: Recurso digital
Reo:
I whakaputaina: Zenodo 2020
Ngā marau:
Urunga tuihono:https://doi.org/10.5281/zenodo.18748758
Ngā Tūtohu: Tāpirihia he Tūtohu
Kāore He Tūtohu, Me noho koe te mea tuatahi ki te tūtohu i tēnei pūkete!
Rārangi ihirangi:
  • <p><b>Limonium maritimum</b></p><p><b>LIMÓNIO-MARÍTIMO *</b></p><p>® PLUMBAGINACEAE</p><p>Limonium maritimum é uma espécie recentemente descrita, aparentemente endémica da Península Ibérica, que ocorre em rochas litorais e sapais, em locais inundados durante a maré alta. A análise dos registos de herbário indica que ocorreria em cinco subpopulações no litoral de Portugal continental, contudo, só existem registos recentes no litoral norte e na ria Formosa. Apesar de existir incerteza quanto à sua distribuição atual, uma vez que, até recentemente, pode ter sido confundida com espécies similares, o registo histórico indica que será uma planta pouco abundante, pelo que se assume uma abordagem de precaução, e opta-se por avaliar a planta apesar de algumas lacunas na informação. É avaliada como Vulnerável pela previsivelmente reduzida área de ocupação, pelo número reduzido de localizações (três a seis),por estar identificado um declínio continuado da qualidade do habitat e porque se estima que a população nacional não ultrapasse os 1000 indivíduos maduros. As pressões atuais sobre os núcleos incluem a poluição e deposição de lixos e entulhos e a expansão de espécies exóticas invasoras. No passado, outras pressões terão contribuído para o declínio do seu habitat, como a expansão urbano-industrial e a realização de obras de regularização de cheias que condicionaram a entrada de água salgada nos estuários.Sugerem-se medidas de conservação do seu habitat, nomeadamente a gestão da vegetação invasora e a manutenção das medidas de conservação ex situ atualmente existentes. Deverão ser desenvolvidas ações de educação ambiental, estudos que permitam melhorar o conhecimento da distribuição da espécie e deve ser efetuada a monitorização dos núcleos populacionais conhecidos.</p>