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| Autor principal: | |
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| Formato: | Recurso digital |
| Lenguaje: | |
| Publicado: |
Zenodo
2026
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| Acceso en línea: | https://doi.org/10.5281/zenodo.19116145 |
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Tabla de Contenidos:
- <p>Damos continuidade ao programa em que a ação é tratada como estrutura primária e a fase</p> <p>\[ \phi=\frac{S}{\hbar} \]</p> <p>como variável operacional associada. Em trabalhos anteriores, a estrutura de fase foi conectada à dinâmica quântica e à geometria gravitacional efetiva. No presente artigo, focamos exclusivamente no setor eletromagnético.</p> <p>Mostramos que o acoplamento eletromagnético pode ser formulado como modulação local da fase por uma 1-forma \(A_\mu\), de modo que a substituição mínima</p> <p>\[ \partial_\mu \phi \;\longrightarrow\; \partial_\mu \phi - \frac{e}{\hbar}A_\mu \]</p> <p>surge naturalmente como forma de preservar a coerência da fase em presença de interação externa. Nessa linguagem, o campo eletromagnético atua como conexão de fase, a invariância de gauge exprime a redundância da referência absoluta de fase, e o efeito Aharonov--Bohm aparece como manifestação experimental direta da realidade física da holonomia da conexão.</p> <p>O objetivo do trabalho não é derivar integralmente as equações de Maxwell a partir de um modelo microscópico novo, mas explicitar que a estrutura formal do eletromagnetismo é compatível com uma formulação baseada em fase, conexão e coerência. Nesse sentido, a interação eletromagnética pode ser reinterpretada como modulação ativa da fase, em contraste com o papel da gravidade como estrutura passiva de propagação.</p>