Distúrbios musculoesqueléticos em extremidades superiores distais entre homens e mulheres: resultados de estudo na indústria

Fuente: Redalyc
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Autore principale: Carolina Gomes da Silva Tolentino Gonçalves de Almeida
Natura: Artículo científico
Lingua:pt
Pubblicazione: Fundação Jorge Duprat Figueiredo de Segurança e Medicina do Trabalho 2017
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author Carolina Gomes da Silva Tolentino Gonçalves de Almeida
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contents Distúrbios musculoesqueléticos em extremidades superiores distais entre homens e mulheres: resultados de estudo na indústria Carolina Gomes da Silva Tolentino Gonçalves de Almeida Rita de Cássia Pereira Fernandes Salud sexo sexo saúde do trabalhador saúde do trabalhador Doenças musculoesqueléticas Objetivo: estudar a associação entre distúrbios musculoesqueléticos em extremidades superiores distais (DMED) e a variável sexo na indústria de plástico. Método: estudo transversal com 577 trabalhadores. O DMED foi definido pela presença de dor nos últimos doze meses, com duração maior que uma semana ou frequência mensal, causando restrição ao trabalho ou busca por assistência médica, ou gravidade ≥ 3 (de 0 a 5), em pelo menos uma das regiões: dedos, punhos, mãos, antebraços e cotovelos. Covariáveis de interesse foram demandas físicas e psicossociais no trabalho, variáveis sociodemográficas e de estilo de vida, condicionamento físico e trabalho doméstico. Regressão logística múltipla analisou interação estatística e confundimento. Resultados: a ocorrência de DMED foi maior entre as mulheres, de forma independente das demandas ocupacionais e extralaborais testadas. Condicionamento físico foi variável de interação e demandas psicossociais, confundidora. Homens que referiram bom condicionamento físico apresentaram prevalência menor do que aqueles com mau condicionamento. Nas mulheres, estar bem condicionada fisicamente foi insuficiente para alterar substancialmente sua alta morbidade musculoesquelética. Conclusão: diferenças na exposição ocupacional são insuficientes para explicar a maior morbidade em mulheres. É necessário considerar a diversidade entre os sexos, seja socialmente determinada ou relativa à natureza biomecânica do corpo, com diferentes respostas frente às demandas do trabalho. 2017 artículo científico 0303-7657 https://www.redalyc.org/articulo.oa?id=100550852002 pt http://www.redalyc.org/revista.oa?id=1005 Revista Brasileira de Saúde Ocupacional application/pdf Fundação Jorge Duprat Figueiredo de Segurança e Medicina do Trabalho Revista Brasileira de Saúde Ocupacional (Brasil) Vol.42
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Carolina Gomes da Silva Tolentino Gonçalves de Almeida
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Doenças musculoesqueléticas
Distúrbios musculoesqueléticos em extremidades superiores distais entre homens e mulheres: resultados de estudo na indústria Carolina Gomes da Silva Tolentino Gonçalves de Almeida Rita de Cássia Pereira Fernandes Salud sexo sexo saúde do trabalhador saúde do trabalhador Doenças musculoesqueléticas Objetivo: estudar a associação entre distúrbios musculoesqueléticos em extremidades superiores distais (DMED) e a variável sexo na indústria de plástico. Método: estudo transversal com 577 trabalhadores. O DMED foi definido pela presença de dor nos últimos doze meses, com duração maior que uma semana ou frequência mensal, causando restrição ao trabalho ou busca por assistência médica, ou gravidade ≥ 3 (de 0 a 5), em pelo menos uma das regiões: dedos, punhos, mãos, antebraços e cotovelos. Covariáveis de interesse foram demandas físicas e psicossociais no trabalho, variáveis sociodemográficas e de estilo de vida, condicionamento físico e trabalho doméstico. Regressão logística múltipla analisou interação estatística e confundimento. Resultados: a ocorrência de DMED foi maior entre as mulheres, de forma independente das demandas ocupacionais e extralaborais testadas. Condicionamento físico foi variável de interação e demandas psicossociais, confundidora. Homens que referiram bom condicionamento físico apresentaram prevalência menor do que aqueles com mau condicionamento. Nas mulheres, estar bem condicionada fisicamente foi insuficiente para alterar substancialmente sua alta morbidade musculoesquelética. Conclusão: diferenças na exposição ocupacional são insuficientes para explicar a maior morbidade em mulheres. É necessário considerar a diversidade entre os sexos, seja socialmente determinada ou relativa à natureza biomecânica do corpo, com diferentes respostas frente às demandas do trabalho. 2017 artículo científico 0303-7657 https://www.redalyc.org/articulo.oa?id=100550852002 pt http://www.redalyc.org/revista.oa?id=1005 Revista Brasileira de Saúde Ocupacional application/pdf Fundação Jorge Duprat Figueiredo de Segurança e Medicina do Trabalho Revista Brasileira de Saúde Ocupacional (Brasil) Vol.42
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