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Autore principale: Maria do Socorro S. Braga
Natura: Artículo científico
Lingua:pt
Pubblicazione: Associação Nacional de Pós-Graduação e Pesquisa em Ciências Sociais 2018
Soggetti:
Accesso online:https://www.redalyc.org/articulo.oa?id=10758939009
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author Maria do Socorro S. Braga
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contents DINÂMICAS DE FUNCIONAMENTO E CONTROLE DO PODER NOS PARTIDOS POLÍTICOS: OS CASOS DO PT E PSDB NO ESTADO DE SÃO PAULO Maria do Socorro S. Braga Valeriano M. Costa Jean Lucas M. Fernandes Multidisciplinarias (Ciencias Sociales) PT PSDB Subsistema paulista Poder intrapartidário Organização partidária O objetivo deste artigo foi investigar o desenvolvimento organizativo e o funcionamento interno do Partido dos Trabalhadores (PT) e do Partido da Social Democracia Brasileira (PSDB) no nível subnacional, especificamente no Estado de São Paulo, onde ambos têm presença marcante e grande desempenho eleitoral no período de 1994 a 2016. Com base no modelo de Panebianco (2005), realizamos entrevistas com lideranças estaduais e constatamos que ambos os partidos são organizações prioritariamente orientadas para o controle do poder (governo) estadual, combinando discursos ideológico-programáticos abrangentes, mecanismos de seleção de candidatos, controle da distribuição de recursos e da organização territorial relativamente centralizados nos respectivos diretórios estaduais, além de estratégias (distintas) de mobilização e participação de suas bases sociais. No entanto, embora o conceito de modelo genético de Panebianco explique adequadamente as diferenças organizacionais entre PSDB (mais próximo do modelo social-liberal de estilo gerencial) e PT (mais próximo do social-democrático de estilo participativo), não explica a grande diferença de desempenho eleitoral entre eles. Supomos que a dominância do PSDB nesses vinte anos encontra explicação, ao menos parcial, na combinação entre modelo genético (social-liberal) e tipo de coalizão (coesa-estável), o que nos levou à hipótese – a ser testada em outra pesquisa – de que o eleitorado potencial desse partido é maior do que o do PT porque abarca uma ampla e crescente classe média de perfil conservador, tanto no rico interior do estado como na Região Metropolitana de São Paulo. 2018 artículo científico 0102-6909 https://www.redalyc.org/articulo.oa?id=10758939009 https://www.redalyc.org/journal/107/10758939009/ https://www.redalyc.org/journal/107/10758939009/html/ https://www.redalyc.org/journal/107/10758939009/10758939009.epub https://www.redalyc.org/journal/107/10758939009/movil 10.17666/339614/2018 pt http://www.redalyc.org/revista.oa?id=107 Revista Brasileira de Ciências Sociais application/pdf Associação Nacional de Pós-Graduação e Pesquisa em Ciências Sociais Revista Brasileira de Ciências Sociais (Brasil) Num.96 Vol.33
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Maria do Socorro S. Braga
Multidisciplinarias (Ciencias Sociales)
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DINÂMICAS DE FUNCIONAMENTO E CONTROLE DO PODER NOS PARTIDOS POLÍTICOS: OS CASOS DO PT E PSDB NO ESTADO DE SÃO PAULO Maria do Socorro S. Braga Valeriano M. Costa Jean Lucas M. Fernandes Multidisciplinarias (Ciencias Sociales) PT PSDB Subsistema paulista Poder intrapartidário Organização partidária O objetivo deste artigo foi investigar o desenvolvimento organizativo e o funcionamento interno do Partido dos Trabalhadores (PT) e do Partido da Social Democracia Brasileira (PSDB) no nível subnacional, especificamente no Estado de São Paulo, onde ambos têm presença marcante e grande desempenho eleitoral no período de 1994 a 2016. Com base no modelo de Panebianco (2005), realizamos entrevistas com lideranças estaduais e constatamos que ambos os partidos são organizações prioritariamente orientadas para o controle do poder (governo) estadual, combinando discursos ideológico-programáticos abrangentes, mecanismos de seleção de candidatos, controle da distribuição de recursos e da organização territorial relativamente centralizados nos respectivos diretórios estaduais, além de estratégias (distintas) de mobilização e participação de suas bases sociais. No entanto, embora o conceito de modelo genético de Panebianco explique adequadamente as diferenças organizacionais entre PSDB (mais próximo do modelo social-liberal de estilo gerencial) e PT (mais próximo do social-democrático de estilo participativo), não explica a grande diferença de desempenho eleitoral entre eles. Supomos que a dominância do PSDB nesses vinte anos encontra explicação, ao menos parcial, na combinação entre modelo genético (social-liberal) e tipo de coalizão (coesa-estável), o que nos levou à hipótese – a ser testada em outra pesquisa – de que o eleitorado potencial desse partido é maior do que o do PT porque abarca uma ampla e crescente classe média de perfil conservador, tanto no rico interior do estado como na Região Metropolitana de São Paulo. 2018 artículo científico 0102-6909 https://www.redalyc.org/articulo.oa?id=10758939009 https://www.redalyc.org/journal/107/10758939009/ https://www.redalyc.org/journal/107/10758939009/html/ https://www.redalyc.org/journal/107/10758939009/10758939009.epub https://www.redalyc.org/journal/107/10758939009/movil 10.17666/339614/2018 pt http://www.redalyc.org/revista.oa?id=107 Revista Brasileira de Ciências Sociais application/pdf Associação Nacional de Pós-Graduação e Pesquisa em Ciências Sociais Revista Brasileira de Ciências Sociais (Brasil) Num.96 Vol.33
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