Investigação do grau de tolerância à frustração em presidiários

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Autore principale: Elizelma Ortêncio Ferreira
Natura: Artículo científico
Lingua:pt
Pubblicazione: Universidade Luterana do Brasil 2010
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author Elizelma Ortêncio Ferreira
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contents Investigação do grau de tolerância à frustração em presidiários Elizelma Ortêncio Ferreira Cláudio Garcia Capitão Psicología presidiários avaliação psicológica Tolerância à frustração Este trabalho objetivou avaliar o tipo de reação à frustração e os sentimentos agressivos em presidiários. Verificou-se, também, a relação de dependência entre o tipo de delito (furto, roubo, sequestro, homicídio, latrocínio e outros) e o construto agressividade, por meio do teste de Frustração de Rosenzweig (PF). O instrumento foi aplicado em 125 presidiários de uma penitenciária de segurança máxima do interior de São Paulo. Pode-se dizer que a maioria dos sujeitos, em situações de frustrações, expressa mais seus sentimentos agressivos e tendem a atribuir a culpa ao outro. A análise de variância ANOVA indicou que os indivíduos que cometeram furto reprimem menos a agressividade em situações de frustração, quando comparados àqueles que não cometeram tal delito. Pelos resultados obtidos, entende-se que a pesquisa atingiu os objetivos estabelecidos ao encontrar pouca tolerância à frustração na amostra de presidiários, principalmente para o grupo de delito furto, isto considerando os vários tipos de delitos. 2010 artículo científico 1413-0394 https://www.redalyc.org/articulo.oa?id=115016959009 pt http://www.redalyc.org/revista.oa?id=1150 Aletheia application/pdf Universidade Luterana do Brasil Aletheia (Brasil) Num.31
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Tolerância à frustração
Investigação do grau de tolerância à frustração em presidiários Elizelma Ortêncio Ferreira Cláudio Garcia Capitão Psicología presidiários avaliação psicológica Tolerância à frustração Este trabalho objetivou avaliar o tipo de reação à frustração e os sentimentos agressivos em presidiários. Verificou-se, também, a relação de dependência entre o tipo de delito (furto, roubo, sequestro, homicídio, latrocínio e outros) e o construto agressividade, por meio do teste de Frustração de Rosenzweig (PF). O instrumento foi aplicado em 125 presidiários de uma penitenciária de segurança máxima do interior de São Paulo. Pode-se dizer que a maioria dos sujeitos, em situações de frustrações, expressa mais seus sentimentos agressivos e tendem a atribuir a culpa ao outro. A análise de variância ANOVA indicou que os indivíduos que cometeram furto reprimem menos a agressividade em situações de frustração, quando comparados àqueles que não cometeram tal delito. Pelos resultados obtidos, entende-se que a pesquisa atingiu os objetivos estabelecidos ao encontrar pouca tolerância à frustração na amostra de presidiários, principalmente para o grupo de delito furto, isto considerando os vários tipos de delitos. 2010 artículo científico 1413-0394 https://www.redalyc.org/articulo.oa?id=115016959009 pt http://www.redalyc.org/revista.oa?id=1150 Aletheia application/pdf Universidade Luterana do Brasil Aletheia (Brasil) Num.31
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