Entre profecias e prognósticos: Januário da Cunha Barbosa, a escravidão e o futuro da nação (1830–1836)

Fuente: Redalyc
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Autor principal: Danilo José Zioni Ferretti
Formato: Artículo científico
Lenguaje:pt
Publicado: Universidade Federal Fluminense 2014
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author Danilo José Zioni Ferretti
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contents Entre profecias e prognósticos: Januário da Cunha Barbosa, a escravidão e o futuro da nação (1830–1836) Danilo José Zioni Ferretti Historia escravidão Intelectuais temporalidade Neste artigo, busca-se compreender o papel que o embate em torno da escravidão e do tráfico de escravos desempenhou na cultura letrada oitocentista brasileira, com destaque para as formas de imaginar a nação. Analisa-se a forma como o Cônego Januário da Cunha Barbosa, importante político e intelectual ilustrado, relacionava projeções de futuro nacional e tratamento da questão da escravidão, entre os anos de 1830 e 1836. Discute-se o uso de duas modalidades de projeção de futuro: a profecia e o prognóstico. Por meio delas, Januário envolveu-se nos embates políticos em torno do fim do tráfico de escravos e fez uso político da revolta dos malês e do haitianismo. Indica-se a constituição de um horizonte de expectativa antiescravista pelo Cônego, entendido como uma das condições para a criação do Instituto Histórico e Geográfico Brasileiro (1838). 2014 artículo científico 1413-7704 https://www.redalyc.org/articulo.oa?id=167031535021 pt http://www.redalyc.org/revista.oa?id=1670 Tempo application/pdf Universidade Federal Fluminense Tempo (Brasil) Vol.20
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Entre profecias e prognósticos: Januário da Cunha Barbosa, a escravidão e o futuro da nação (1830–1836) Danilo José Zioni Ferretti Historia escravidão Intelectuais temporalidade Neste artigo, busca-se compreender o papel que o embate em torno da escravidão e do tráfico de escravos desempenhou na cultura letrada oitocentista brasileira, com destaque para as formas de imaginar a nação. Analisa-se a forma como o Cônego Januário da Cunha Barbosa, importante político e intelectual ilustrado, relacionava projeções de futuro nacional e tratamento da questão da escravidão, entre os anos de 1830 e 1836. Discute-se o uso de duas modalidades de projeção de futuro: a profecia e o prognóstico. Por meio delas, Januário envolveu-se nos embates políticos em torno do fim do tráfico de escravos e fez uso político da revolta dos malês e do haitianismo. Indica-se a constituição de um horizonte de expectativa antiescravista pelo Cônego, entendido como uma das condições para a criação do Instituto Histórico e Geográfico Brasileiro (1838). 2014 artículo científico 1413-7704 https://www.redalyc.org/articulo.oa?id=167031535021 pt http://www.redalyc.org/revista.oa?id=1670 Tempo application/pdf Universidade Federal Fluminense Tempo (Brasil) Vol.20
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