INFRINGIR PARA RESISTIR: MOBILIZAÇÕES COLETIVAS DOS PESCADORES DE ATAFONA – SÃO JOÃO DA BARRA (RJ)

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1. Verfasser: Hully Guedes Falcão
Format: Artículo científico
Sprache:pt
Veröffentlicht: Universidad Nacional de Misiones 2015
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author Hully Guedes Falcão
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contents INFRINGIR PARA RESISTIR: MOBILIZAÇÕES COLETIVAS DOS PESCADORES DE ATAFONA – SÃO JOÃO DA BARRA (RJ) Hully Guedes Falcão Fabio Reis Mota Antropología Pesca Crítica Infração Sentidos de Justiça Este artigo tem como objetivo analisar as diferentes formas de mobilização, crítica e sensibilidades jurídicas construídas frente às configurações vivenciadas pelos pescadores de Atafona – São João da Barra – Rio de Janeiro. As ações coletivas podem ser empreendidas em grupo ou individualmente pautadas em justificações nas quais os atores acionam diferentes dispositivos jurídicos e simbólicos para fazer valer suas demandas, neste caso, a manutenção do território, seja ele mar ou terra, e da prática constitutiva de suas identidades, a pesca. Os pescadores de Atafona, especialmente aqueles que praticam a pesca de plataforma, para manterem seu território e suas atividades infringem a regra de exclusão, que consiste numa zona de exclusão de 500 metros de raio instituída pela Capitania dos Portos (Marinha do Brasil). Infringir assume outro significado para os pescadores, que é o de fazer justiça. Neste sentido, este trabalho intenta compreender os diferentes modos de agir, sentimentos morais e vocabulários acionados nesta situação de mudança. 2015 artículo científico 1515-2413 https://www.redalyc.org/articulo.oa?id=169046438007 pt http://www.redalyc.org/revista.oa?id=1690 Avá. Revista de Antropología application/pdf Universidad Nacional de Misiones Avá. Revista de Antropología (Argentina) Num.26
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INFRINGIR PARA RESISTIR: MOBILIZAÇÕES COLETIVAS DOS PESCADORES DE ATAFONA – SÃO JOÃO DA BARRA (RJ) Hully Guedes Falcão Fabio Reis Mota Antropología Pesca Crítica Infração Sentidos de Justiça Este artigo tem como objetivo analisar as diferentes formas de mobilização, crítica e sensibilidades jurídicas construídas frente às configurações vivenciadas pelos pescadores de Atafona – São João da Barra – Rio de Janeiro. As ações coletivas podem ser empreendidas em grupo ou individualmente pautadas em justificações nas quais os atores acionam diferentes dispositivos jurídicos e simbólicos para fazer valer suas demandas, neste caso, a manutenção do território, seja ele mar ou terra, e da prática constitutiva de suas identidades, a pesca. Os pescadores de Atafona, especialmente aqueles que praticam a pesca de plataforma, para manterem seu território e suas atividades infringem a regra de exclusão, que consiste numa zona de exclusão de 500 metros de raio instituída pela Capitania dos Portos (Marinha do Brasil). Infringir assume outro significado para os pescadores, que é o de fazer justiça. Neste sentido, este trabalho intenta compreender os diferentes modos de agir, sentimentos morais e vocabulários acionados nesta situação de mudança. 2015 artículo científico 1515-2413 https://www.redalyc.org/articulo.oa?id=169046438007 pt http://www.redalyc.org/revista.oa?id=1690 Avá. Revista de Antropología application/pdf Universidad Nacional de Misiones Avá. Revista de Antropología (Argentina) Num.26
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