Tromboembolismo pulmonar e asma de difícil controlo
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Redalyc
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|---|---|
| Format: | Artículo científico |
| Langue: | pt |
| Publié: |
Sociedade Portuguesa de Pneumologia
2007
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| _version_ | 1876482007981096960 |
|---|---|
| author | Catarina Teles Martins |
| author_facet | Catarina Teles Martins |
| contents | Tromboembolismo pulmonar e asma de difícil controlo Catarina Teles Martins Carlos Lopes Alda Manique Dolores Moniz Renato Sotto-Mayor A Bugalho de Almeida Medicina asma grave asma não controlada Tromboembolismo pulmonar O controlo da asma é um factor crucial na abordagem do doente: a mais recente actualização do GINA considera que uma "asma difícil de tratar" é uma asma para investigar. O não cumprimento da terapêutica, a DPOC concomitante, o tabagismo, a rinossinusite, o refluxo gastroesofágico e a obesidade são considerados os principais motivadores da asma difícil de controlar. O presente trabalho teve por objectivo avaliar o papel do tromboembolismo pulmonar (TEP) na asma grave de difícil controlo. Foram revistos os processos clínicos de doentes asmáticos da consulta de Alergologia Respiratória do nosso Serviço, entre 2004 e 2006, com asma "persistente grave" de acordo com o GINA 2005. Foram seleccionados os que, apesar de terapêutica optimizada, apresentavam asma "não controlada" (GINA 2006) e analisadas as suas causas. Dos 254 doentes estudados, 28 (11%) preenchiam os critérios de "asma persistente grave" (idade média 44±18 anos; 86% sexo feminino); destes, 57% (n=16) tinham doença "não controlada" - 35% (n=6) por má adesão à terapêutica; 29% (n=5) por TEP (confirmado gamagraficamente); 12% (n=2) por rinossinusite grave; 6% (n=1) por síndroma hipereosinofílica; 6% (n=1) por contacto mantido com alérgenos e 6% (n=1) em estudo. Os doentes com TEP (idade média 56±9 anos; 80% sexo feminino; 80% raça branca) tiveram o diagnóstico de asma na idade adulta (média 37 anos), tendo decorrido cerca de 18 anos até ao diagnóstico de TEP. A análise dos factores predisponentes para TEP revelou: insuficiência venosa periférica (40%), HTA (40%) e deficiência de proteína C e S funcionais (20%). Todos os doentes efectuaram terapêutica anticoagulante (80% ainda mantém), referindo-se que, após o início da anticoagulação, 40% dos doentes alcançaram o controlo da doença e 40% têm, actualmente, asma "parcialmente controlada", não se tendo verificado novos internamentos por agudização da doença. Os resultados do presente trabalho apoiam a inclusão do TEP no grupo de comorbilidades possivelmente responsáveis pelo mau controlo da asma. 2007 artículo científico 0873-2159 https://www.redalyc.org/articulo.oa?id=169718445002 pt http://www.redalyc.org/revista.oa?id=1697 Revista Portuguesa de Pneumología application/pdf Sociedade Portuguesa de Pneumologia Revista Portuguesa de Pneumología (Portugal) Num.6 Vol.XIII |
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| publishDate | 2007 |
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