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| 1. Verfasser: | |
|---|---|
| Format: | Artículo científico |
| Sprache: | pt |
| Veröffentlicht: |
Sociedade Portuguesa de Pneumologia
2007
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| Schlagworte: | |
| Online-Zugang: | https://www.redalyc.org/articulo.oa?id=169718458005 |
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Inhaltsangabe:
- Estudo epidemiológico do cancro do pulmão em Portugal nos anos de 2000/2002 Bárbara Parente H Queiroga E Teixeira R Sotto-Mayor F Barata A Sousa MJ Melo F João R Neveda J Cunha A Fernandes M Manuel T Cardoso L Ferreira F Nogueira J Duarte E Semedo U Brito F Pimentel S Barros F Costa T Almodôvar A Araújo Medicina Portugal tabagismo terapêutica epidemiologia Cancro do pulmão O cancro do pulmão é a causa mais comum de cancro no Mundo. A sobrevida global aos 5 anos é de cerca de 15%, sem grandes previsões de mudança. Em Portugal, relativamente à doença oncológica, situa-se em terceiro lugar, sendo a primeira causa de morte por cancro. O tabaco é responsável por cerca de 85% dos casos. Um estudo efectuado em Portugal durante 3 anos (2000/2002) pela Comissão de Trabalho de Pneumologia Oncológica da Sociedade Portuguesa de Pneumologia em 22 hospitais, mostrou que, de um total de 4396 doentes com cancro do pulmão, 81,8% se referem ao sexo masculino e 18,2% ao sexo feminino, com uma média etária de 64,49 ± 11,28 anos. Cerca de 70% dos doentes era fumador ou ex-fumador, com 0,3% com performance status (PS) grau I da escala de Zubrod. Do ponto de vista histológico, 37,5% eram denocarcinomas, seguido do carcinoma epidermóide com 30,5% dos casos e dos tumores de pequenas célulascom 12,5%; carcinomas euroendócrinos em 1,4 % dos casos; CPNPC 10,5%, mistos em 0,7%, carcino mas de grandes células em 2,3% e outros e não especificadosem 4,6% dos casos, O estadiamento, efectuado em 4097 casos, mostrou113 doentes no estádio IA (2,8%) e 250 (6,1%) no IB; no estádio IIA apenas 0,8 % e 4,5% no IIB; no estádioIIIA 9,1% dos doentes, comparativamente ao IIIB com 29,9% dos casos, encontrando-se 46,9 % dosdoentes já no estádio IV na altura do diagnóstico. Em 3855 dos casos foi possível determinar a primeira opção terapêutica. Foi efectuada cirurgia em 8,2% e terapêuticas combinadas (combinações de cirurgia com quimioterapia, ou radioterapia, ou a associação de QT com RT) em 21,8% dos casos; a QT isolada como primeira opção terapêutica foi efectuada em 43,7% dos doentes e em 20,3% apenas terapêutica de suporte. 2007 artículo científico 0873-2159 https://www.redalyc.org/articulo.oa?id=169718458005 pt http://www.redalyc.org/revista.oa?id=1697 Revista Portuguesa de Pneumología application/pdf Sociedade Portuguesa de Pneumologia Revista Portuguesa de Pneumología (Portugal) Num.2 Vol.XIII