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| Format: | Artículo científico |
| Language: | pt |
| Published: |
Sociedade Portuguesa de Pneumologia
2009
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| Subjects: | |
| Online Access: | https://www.redalyc.org/articulo.oa?id=169718537016 |
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Table of Contents:
- Reseña de "Ansiedade e depressão na DPOC: O conhecimento actual, questões não respondidas e investigação necessária" de Paula Monteiro J. Maurer Medicina Aproximadamente 60 milhões de pessoas nos Estados Unidos vivem com uma de quatro doenças crónicas: doença cardíaca, diabetes mellitus, doença respiratória crónica e depressão major. A DPOC está associada a múltiplas comorbilidades, sendo a ansiedade e a depressãomuito comuns nesta doença, possuindo um impacto significativo nos doentes, suas famílias, sociedade e evolução da patologia. Existem poucos estudos prospectivos na avaliação do método diagnóstico, abordagem terapêutica e impacto na qualidade de vida dos doentes com DPOC e com sintomas de depressão e ansiedade. Os autores decidiram avaliar de forma multidisciplinar a ansiedade e a depressão presentes nestes doentes, procurando salientar questões não respondidas, nomeadamente a verdadeira prevalência da depressão e a ansiedade na DPOC, se estas comorbilidades são idênticas na DPOC em relação a outras doenças crónicas, qual o papel preditivo da depressão e da ansiedade na DPOC e os mecanismos que levam ao seu aparecimento e se o sexo e as diferenças étnicas influenciamestas alterações. Quanto a áreas de futura investigação, é necessário standardizar os critérios de diagnóstico de ansiedade e depressão, o impacto destas patologias nos custos de saúde, qualidade de vida, actividades sociais e adesão à terapêutica, identificação de factores de risco e de estratégias preventivas. Este objectivo surgiu da falta de uniformização e a da utilização de diferentes critérios de diagnóstico destas comorbilidades. A nível de resultados, foi determinada a prevalência de ansiedade e depressão, que é geralmente superior emrelação a outras doenças crónicas. A prevalência de depressão na DPOC estável varia entre 10 e 42% e a ansiedade entre 10 e 19%. O risco de depressão é obviamente superior em estádios mais avançados da DPOC, chegando a atingir taxas de 62% em doentes a fazer oxigenoterapia de longa duração. Também em doentes a recuperar de uma exacerbação, a percentagem de depressão e ansiedade aumentam para níveis próximos dos 50%... 2009 artículo científico 0873-2159 https://www.redalyc.org/articulo.oa?id=169718537016 pt http://www.redalyc.org/revista.oa?id=1697 Revista Portuguesa de Pneumología application/pdf Sociedade Portuguesa de Pneumologia Revista Portuguesa de Pneumología (Portugal) Num.4 Vol.XV