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| Autore principale: | |
|---|---|
| Natura: | Artículo científico |
| Lingua: | pt |
| Pubblicazione: |
Sociedade Portuguesa de Pneumologia
2010
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| Soggetti: | |
| Accesso online: | https://www.redalyc.org/articulo.oa?id=169718538005 |
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| _version_ | 1866569538459402240 |
|---|---|
| author | Hercília Guimarães |
| author_facet | Hercília Guimarães |
| contents | Factores de risco de displasia broncopulmonar em cinco unidades portuguesas de cuidados intensivos neonatais Hercília Guimarães Gustavo Rocha Gabriela Vasconcellos Elisa Proença Maria Luísa Carreira Maria do Rosário Sossai Benvinda Morais Isabel Martins Teresa Rodrigues Milton Severo Medicina recém termo nascidos pré boas práticas oxigenoterapia A displasia broncopulmonar (DBP) é multifactorial. Prematuridade, doença da membrana hialina, oxigénio, ventilação mecânica, inflamação e canal arterial são alguns dos factores na sua patogénese. Objectivo: Avaliar a prevalência da DBP e seus factores de risco em cinco unidades portuguesas, para implementar boas práticas no tratamento deste doentes. Material e métodos: 256 recém-nascidos (RN) com idade gestacional (IG) <30 semanas e/ou peso <1250 g internados em cinco unidades portuguesas, entre 2004 e 2006, foram estudados. Foi recolhida a informação clínica dos processos. A DBP foi definida como a necessidade de oxigénio às 36 semanas de idade pós-conceptional. Resultados: A prevalência da DBP foi de 12,9%. O seu risco diminuiu de 46% por semana de IG e de 39% por 100g de peso. O risco de DBP foi maior entre os RN com baixo peso (OR adj = 0,73, 95% CI=0,57-0,95), doença da membrane hialina grave (OR adj = 9,85, 95% CI=1,05-92,35), com sépsis (OR adj = 6,22, 95% CI=1,68-23,02), com maior duração de ventilação (42 vs 3 dias, respectivamente nos RN com e sem DBP, p<0,001) e maior duração de FiO2>0,30 (85 vs 5 dias, respectivamente nos doentes com e sem DBP, p<0,001). Comentários: Os factores de risco de DBP mais relevantes foram o baixo peso, a doença da membrana hialina grave, a duração da ventilação mecânica e da oxigenoterapia e a sépsis. A implementação das boas práticas para reduzir a lesão pulmonar nos RN deve ser dirigida para melhorar as práticas que reduzem estes factores de risco. 2010 artículo científico 0873-2159 https://www.redalyc.org/articulo.oa?id=169718538005 pt http://www.redalyc.org/revista.oa?id=1697 Revista Portuguesa de Pneumología application/pdf Sociedade Portuguesa de Pneumologia Revista Portuguesa de Pneumología (Portugal) Num.3 Vol.XVI |
| format | Artículo científico |
| id | redalyc_169718538005 |
| language | pt |
| publishDate | 2010 |
| publisher | Sociedade Portuguesa de Pneumologia |
| spellingShingle | Factores de risco de displasia broncopulmonar em cinco unidades portuguesas de cuidados intensivos neonatais Hercília Guimarães Medicina recém termo nascidos pré boas práticas oxigenoterapia Factores de risco de displasia broncopulmonar em cinco unidades portuguesas de cuidados intensivos neonatais Hercília Guimarães Gustavo Rocha Gabriela Vasconcellos Elisa Proença Maria Luísa Carreira Maria do Rosário Sossai Benvinda Morais Isabel Martins Teresa Rodrigues Milton Severo Medicina recém termo nascidos pré boas práticas oxigenoterapia A displasia broncopulmonar (DBP) é multifactorial. Prematuridade, doença da membrana hialina, oxigénio, ventilação mecânica, inflamação e canal arterial são alguns dos factores na sua patogénese. Objectivo: Avaliar a prevalência da DBP e seus factores de risco em cinco unidades portuguesas, para implementar boas práticas no tratamento deste doentes. Material e métodos: 256 recém-nascidos (RN) com idade gestacional (IG) <30 semanas e/ou peso <1250 g internados em cinco unidades portuguesas, entre 2004 e 2006, foram estudados. Foi recolhida a informação clínica dos processos. A DBP foi definida como a necessidade de oxigénio às 36 semanas de idade pós-conceptional. Resultados: A prevalência da DBP foi de 12,9%. O seu risco diminuiu de 46% por semana de IG e de 39% por 100g de peso. O risco de DBP foi maior entre os RN com baixo peso (OR adj = 0,73, 95% CI=0,57-0,95), doença da membrane hialina grave (OR adj = 9,85, 95% CI=1,05-92,35), com sépsis (OR adj = 6,22, 95% CI=1,68-23,02), com maior duração de ventilação (42 vs 3 dias, respectivamente nos RN com e sem DBP, p<0,001) e maior duração de FiO2>0,30 (85 vs 5 dias, respectivamente nos doentes com e sem DBP, p<0,001). Comentários: Os factores de risco de DBP mais relevantes foram o baixo peso, a doença da membrana hialina grave, a duração da ventilação mecânica e da oxigenoterapia e a sépsis. A implementação das boas práticas para reduzir a lesão pulmonar nos RN deve ser dirigida para melhorar as práticas que reduzem estes factores de risco. 2010 artículo científico 0873-2159 https://www.redalyc.org/articulo.oa?id=169718538005 pt http://www.redalyc.org/revista.oa?id=1697 Revista Portuguesa de Pneumología application/pdf Sociedade Portuguesa de Pneumologia Revista Portuguesa de Pneumología (Portugal) Num.3 Vol.XVI |
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| topic | Medicina recém termo nascidos pré boas práticas oxigenoterapia |
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