Exacerbações na asma persistente grave - Impacto do controlo dos factores de risco

Fuente: Redalyc
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Autor principal: Diva Ferreira
Formato: Artículo científico
Lenguaje:pt
Publicado: Sociedade Portuguesa de Pneumologia 2007
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author Diva Ferreira
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contents Exacerbações na asma persistente grave - Impacto do controlo dos factores de risco Diva Ferreira Raquel Duarte Aurora Carvalho Medicina controlo factores de risco Asma persistente grave Nos países desenvolvidos, 1 a 2% do total dos custos em cuidados de saúde são gastos no controlo da asma. A história natural e as causas da asma grave não estão ainda bem definidas. A asma persistente grave é uma situação menos comum, representando 5% do total de doentes asmáticos. Apesar de constituir um pequeno número de doentes, este grupo é responsável por elevados custos na asma. Como consequência, o controlo dos factoresde risco pode levar a ganhos socioeconómicos e também na saúde. O objectivo deste trabalho foi analisar os factores de risco de exacerbações na asma persistente grave num grupo de doentes asmáticos. Consistiu num estudo retrospectivo de doentes com asma persistente grave em vigilância em consulta hospitalar de asma entre 1984 e 2005, baseandose na revisão de processos clínicos. Foram incluídos 27 doentes, idade média=50,64±12,7 anos, 81,5% do sexo feminino. Analisaramse os principais factores de risco de exacerbações: atopia, infecçõesrespiratórias, asma prémenstrual, sintomas nasais, refluxo gastroesofágico, psicológicos e obesidade. A correcção destes factores permitiu um melhor controlo da doença. O impacto mais significativo foi conseguido através da polipectomia e contracepção oral numa adolescenteEm conclusão, a correcta identificação de todos os factores de risco de exacerbação da asma, a selecção dos factores que podem ser controlados e a sua correcção podem melhorar o controlo da doença. 2007 artículo científico 0873-2159 https://www.redalyc.org/articulo.oa?id=169718645003 pt http://www.redalyc.org/revista.oa?id=1697 Revista Portuguesa de Pneumología application/pdf Sociedade Portuguesa de Pneumologia Revista Portuguesa de Pneumología (Portugal) Num.5 Vol.XIII
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Diva Ferreira
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Asma persistente grave
Exacerbações na asma persistente grave - Impacto do controlo dos factores de risco Diva Ferreira Raquel Duarte Aurora Carvalho Medicina controlo factores de risco Asma persistente grave Nos países desenvolvidos, 1 a 2% do total dos custos em cuidados de saúde são gastos no controlo da asma. A história natural e as causas da asma grave não estão ainda bem definidas. A asma persistente grave é uma situação menos comum, representando 5% do total de doentes asmáticos. Apesar de constituir um pequeno número de doentes, este grupo é responsável por elevados custos na asma. Como consequência, o controlo dos factoresde risco pode levar a ganhos socioeconómicos e também na saúde. O objectivo deste trabalho foi analisar os factores de risco de exacerbações na asma persistente grave num grupo de doentes asmáticos. Consistiu num estudo retrospectivo de doentes com asma persistente grave em vigilância em consulta hospitalar de asma entre 1984 e 2005, baseandose na revisão de processos clínicos. Foram incluídos 27 doentes, idade média=50,64±12,7 anos, 81,5% do sexo feminino. Analisaramse os principais factores de risco de exacerbações: atopia, infecçõesrespiratórias, asma prémenstrual, sintomas nasais, refluxo gastroesofágico, psicológicos e obesidade. A correcção destes factores permitiu um melhor controlo da doença. O impacto mais significativo foi conseguido através da polipectomia e contracepção oral numa adolescenteEm conclusão, a correcta identificação de todos os factores de risco de exacerbação da asma, a selecção dos factores que podem ser controlados e a sua correcção podem melhorar o controlo da doença. 2007 artículo científico 0873-2159 https://www.redalyc.org/articulo.oa?id=169718645003 pt http://www.redalyc.org/revista.oa?id=1697 Revista Portuguesa de Pneumología application/pdf Sociedade Portuguesa de Pneumologia Revista Portuguesa de Pneumología (Portugal) Num.5 Vol.XIII
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