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Bibliographic Details
Main Author: T Win
Format: Artículo científico
Language:es
Published: Sociedade Portuguesa de Pneumologia 2005
Subjects:
Online Access:https://www.redalyc.org/articulo.oa?id=169757950007
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Table of Contents:
  • A prova de exercício cárdio-pulmonar e o prognóstico cirúrgico do cancro do pulmão T Win A Jackson J Sharples AM Groves FC Wells AJ Ritchie CM Laroche Medicina Os autores procuram dar mais um contributo para a avaliação pré-operatória dos doentes com carcinoma de não pequenas células que vão ser sujeitos a ciru rgia de ressecção pulmonar. Trata-se de um estudo prospectivo onde foi avaliado o resultado da cirurgia em termos de complicações ocorridas nos 30 dias a seguir à operação. Os autore s definiram cada uma das complicações (óbito, enfarte do miocárdio, insuficiências respiratória, cardíaca e re- nal, embolia pulmonar, pneumonia e septicemia) e ainda analisaram 3 dessas complicações em separado (óbito, enfarte do miocárdio e insuficiência respiratória), as quais designaram por “fraco resultado”. Antes da cirurgia, foram avaliados 99 doentes (34 pneumectomias, 56 lobectomias, 6 bilobectomias e 3 ressecções atípicas) com espirometria (FEV 1 em litros) e consumo de oxigénio no exercício máximo (VO 2peak ). Só 26 doentes tinham valores funcionais considerados borderline (FEV 1 < 1,5 litros para lobectomia e < 2,0 litros para pneumectomia). Nos resultados apresen- tados observámos os seguintes valores médios: FEV = 2,06 litros; FEV 1 = 80,4% do valor teórico; VO 2peak = 18,8 ml/kg/min ou 88,3% do valor teórico. Só existiram 4 óbitos (4%) e 21 doentes tiveram uma ou mais das complicações referenciadas. Os autores não encontraram relação significativa en- tre as complicações pós-operatórias e o FEV 1 em litros. Verificaram ainda que o VO 2peak em percentagem do valor teórico previa melhor um “fraco resultado” do que o mesmo parâmetro em valor absoluto. Em relação aos óbitos, um dos doentes tinha sido submetido a quimioterapia, o que dificultou a avalia ção do desfecho. Nos restantes 3 óbitos, todos os doente s tinham um VO 2peak < 62% do valor teórico. Dois dos 3 doentes com VO 2peak < 50% tiveram um “fraco resultado”. Com VO 2peak > 75% só 3 em 20 doentes é que tiveram um “fraco resultado”. Apesar de reconhecerem a necessidade de mais e maiores estudos, os autores concluem que VO 2peak é importante para prever complicações como óbito, enfarte do miocárdio ou insuficiência respiratória, principalmente se é referido em percentagem do valor teórico. O limite “seguro” situar-se-ia entre 50 e 6 0% do valor previsto. 2005 reseña 0873-2159 https://www.redalyc.org/articulo.oa?id=169757950007 es http://www.redalyc.org/revista.oa?id=1697 Revista Portuguesa de Pneumología application/pdf Sociedade Portuguesa de Pneumologia Revista Portuguesa de Pneumología (Portugal) Num.4 Vol.Xl