A medicalização do crime: a Penitenciária de Florianópolis como espaço de saber e poder (1933-1945)

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1. Verfasser: Fernanda Rebelo
Format: Artículo científico
Sprache:pt
Veröffentlicht: Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho 2007
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author Fernanda Rebelo
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contents A medicalização do crime: a Penitenciária de Florianópolis como espaço de saber e poder (1933-1945) Fernanda Rebelo Sandra Caponi Salud Higiene Eugenia Saúde pública Medicalização Sistema penitenciário Este trabalho discute a instalação do modelo penitenciário em Florianópolis, nos anos 30 do século passado, sob a ótica do pensamento médico-higienista e suas interfaces com o jurídico. A partir da década de 1920, em Florianópolis, observa-se a criação de diversos tipos de instituições de controle. Era necessário um moderno aparato policial para controlar a população; havia o medo do contágio de doenças e o perigo das epidemias que vinham junto com as aglomerações nos cortiços e sobrados. O centro da cidade deveria se tornar mais salubre para a burguesia poder habitá-lo, mas antes, as pessoas "indesejadas", como mendigos e prostitutas, deveriam ser colocadas nos seus "devidos lugares". O objetivo deste artigo é analisar de que modo esses "medos" que afetaram todos os centros urbanos a partir do século XIX apareceram também em Florianópolis, e que estratégias foram criadas para o seu controle, particularmente as construídas nas instituições prisionais. 2007 artículo científico 1414-3283 https://www.redalyc.org/articulo.oa?id=180115441002 pt http://www.redalyc.org/revista.oa?id=1801 Interface - Comunicação, Saúde, Educação application/pdf Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho Interface - Comunicação, Saúde, Educação (Brasil) Num.22 Vol.11
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Higiene
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A medicalização do crime: a Penitenciária de Florianópolis como espaço de saber e poder (1933-1945) Fernanda Rebelo Sandra Caponi Salud Higiene Eugenia Saúde pública Medicalização Sistema penitenciário Este trabalho discute a instalação do modelo penitenciário em Florianópolis, nos anos 30 do século passado, sob a ótica do pensamento médico-higienista e suas interfaces com o jurídico. A partir da década de 1920, em Florianópolis, observa-se a criação de diversos tipos de instituições de controle. Era necessário um moderno aparato policial para controlar a população; havia o medo do contágio de doenças e o perigo das epidemias que vinham junto com as aglomerações nos cortiços e sobrados. O centro da cidade deveria se tornar mais salubre para a burguesia poder habitá-lo, mas antes, as pessoas "indesejadas", como mendigos e prostitutas, deveriam ser colocadas nos seus "devidos lugares". O objetivo deste artigo é analisar de que modo esses "medos" que afetaram todos os centros urbanos a partir do século XIX apareceram também em Florianópolis, e que estratégias foram criadas para o seu controle, particularmente as construídas nas instituições prisionais. 2007 artículo científico 1414-3283 https://www.redalyc.org/articulo.oa?id=180115441002 pt http://www.redalyc.org/revista.oa?id=1801 Interface - Comunicação, Saúde, Educação application/pdf Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho Interface - Comunicação, Saúde, Educação (Brasil) Num.22 Vol.11
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