Ser-estar no sertão: capítulos da vida como filosofia visceral

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Autor principal: Renzo Taddei
Formato: Artículo científico
Lenguaje:pt
Publicado: Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho 2014
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author Renzo Taddei
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contents Ser-estar no sertão: capítulos da vida como filosofia visceral Renzo Taddei Salud Sertão Vísceras Ecologia Semiótica Profetas da chuva Uma pesquisa etnográfica no sertão cearense, o conceito de mimese corpórea em produção teatral e um filme documentário sobre rastejadores de cangaceiros na caatinga são pontos de partida, neste texto, para uma discussão sobre a natureza do processo de “leitura de sinais” no mundo. As reflexões nele apresentadas sugerem que tais processos sejam entendidos menos como interpretação ou decodificação, e mais como um saber mover-se, no qual o compartilhamento existencial – e, em especial, a ingestão de substâncias – é elemento fundamental. Os materiais etnográfico e artístico analisados apontam, ainda, para o fato de que a direcionalidade implicada em tal saber mover-se é recorrentemente entendida como dimensão visceral. As vísceras, desse modo, transformam-se em locus privilegiado da experiência e ação no mundo, sendo superfície de contato e equipamento transformador ao mesmo tempo. Tal perspectiva traz novas e instigantes oportunidades à teoria social. 2014 artículo científico 1414-3283 https://www.redalyc.org/articulo.oa?id=180131801014 pt http://www.redalyc.org/revista.oa?id=1801 Interface - Comunicação, Saúde, Educação application/pdf Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho Interface - Comunicação, Saúde, Educação (Brasil) Num.50 Vol.18
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Ser-estar no sertão: capítulos da vida como filosofia visceral Renzo Taddei Salud Sertão Vísceras Ecologia Semiótica Profetas da chuva Uma pesquisa etnográfica no sertão cearense, o conceito de mimese corpórea em produção teatral e um filme documentário sobre rastejadores de cangaceiros na caatinga são pontos de partida, neste texto, para uma discussão sobre a natureza do processo de “leitura de sinais” no mundo. As reflexões nele apresentadas sugerem que tais processos sejam entendidos menos como interpretação ou decodificação, e mais como um saber mover-se, no qual o compartilhamento existencial – e, em especial, a ingestão de substâncias – é elemento fundamental. Os materiais etnográfico e artístico analisados apontam, ainda, para o fato de que a direcionalidade implicada em tal saber mover-se é recorrentemente entendida como dimensão visceral. As vísceras, desse modo, transformam-se em locus privilegiado da experiência e ação no mundo, sendo superfície de contato e equipamento transformador ao mesmo tempo. Tal perspectiva traz novas e instigantes oportunidades à teoria social. 2014 artículo científico 1414-3283 https://www.redalyc.org/articulo.oa?id=180131801014 pt http://www.redalyc.org/revista.oa?id=1801 Interface - Comunicação, Saúde, Educação application/pdf Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho Interface - Comunicação, Saúde, Educação (Brasil) Num.50 Vol.18
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