Autocríticas e expurgos nos círculos revolucionários paulistas (1928-1935).

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Main Author: Alzira Lobo de Arruda Campos
Format: Artículo científico
Language:pt
Published: Universidade Estadual de Londrina 2016
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author Alzira Lobo de Arruda Campos
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contents Autocríticas e expurgos nos círculos revolucionários paulistas (1928-1935). Alzira Lobo de Arruda Campos Álvaro Cardoso Gomes Marília Gomes Ghizzi Godoy Historia Trotskismo História Política Revolução Proletária Comunistas em São Paulo As dissensões ocorridas nos meios revolucionários paulistas, nos anos 30, pontuaram a história do Partido Comunista do Brasil e das demais correntes de esquerda, produzindo censuras e autocríticas dirigidas a muitos de seus membros. A determinação revolucionária dos camaradas, desenvolvida na cultura de gueto da subversão, propiciou a formação de estratégias de sobrevivência, das quais, a mais perversa, era a dúvida metódica lançada sobre a lealdade de companheiros de jornada. Nas reuniões do partido, traições supostas ou reais ocupavam boa parte da pauta. Impurezas teóricas, envolvimento com trotskistas, adesões pequeno-burguesas, colaboracionismo, deslealdade ao partido, envenenavam as relações dos comunistas. Informações provenientes de fontes diversas — cartas, atas de reuniões, circulares, prontuários policiais — permitem-nos analisar esse processo, submetido ao silêncio quase total da historiografia brasileira. 2016 artículo científico 1984-3356 https://www.redalyc.org/articulo.oa?id=193346401008 pt http://www.redalyc.org/revista.oa?id=1933 Antíteses application/pdf Universidade Estadual de Londrina Antíteses (Brasil) Num.17 Vol.9
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institution Redalyc
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publishDate 2016
publisher Universidade Estadual de Londrina
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Alzira Lobo de Arruda Campos
Historia
Trotskismo
História Política
Revolução Proletária
Comunistas em São Paulo
Autocríticas e expurgos nos círculos revolucionários paulistas (1928-1935). Alzira Lobo de Arruda Campos Álvaro Cardoso Gomes Marília Gomes Ghizzi Godoy Historia Trotskismo História Política Revolução Proletária Comunistas em São Paulo As dissensões ocorridas nos meios revolucionários paulistas, nos anos 30, pontuaram a história do Partido Comunista do Brasil e das demais correntes de esquerda, produzindo censuras e autocríticas dirigidas a muitos de seus membros. A determinação revolucionária dos camaradas, desenvolvida na cultura de gueto da subversão, propiciou a formação de estratégias de sobrevivência, das quais, a mais perversa, era a dúvida metódica lançada sobre a lealdade de companheiros de jornada. Nas reuniões do partido, traições supostas ou reais ocupavam boa parte da pauta. Impurezas teóricas, envolvimento com trotskistas, adesões pequeno-burguesas, colaboracionismo, deslealdade ao partido, envenenavam as relações dos comunistas. Informações provenientes de fontes diversas — cartas, atas de reuniões, circulares, prontuários policiais — permitem-nos analisar esse processo, submetido ao silêncio quase total da historiografia brasileira. 2016 artículo científico 1984-3356 https://www.redalyc.org/articulo.oa?id=193346401008 pt http://www.redalyc.org/revista.oa?id=1933 Antíteses application/pdf Universidade Estadual de Londrina Antíteses (Brasil) Num.17 Vol.9
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