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Bibliographic Details
Main Author: Kedma de Magalhães Lima
Format: Artículo científico
Language:pt
Published: Sociedad Argentina de Gastroenterología 2012
Subjects:
Online Access:https://www.redalyc.org/articulo.oa?id=199325428014
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Table of Contents:
  • Fatores que influenciam a translocação bacteriana em camundongos com esquistossomose crônica Kedma de Magalhães Lima André de Lima Aires Leandro Ricardo Rodrigues de Lucena Thays Miranda Almeida Mônica Camelo Pessoa de Azevedo Albuquerque Célia Maria Machado Barbosa de Castro Medicina sexo Esquistossomose microbiota intestinal translocação bacteriana linfonodos mesentéricos Introdução. Esquistossomóticos apresentam alteração da mucosa intestinal e baixa resposta imune celular na fase crônica. Sexo pode influenciar a resposta inflamatória contraSchistosoma mansoni. Objetivamos investigar associação entre infecções secundárias e esquistossomose através do estudo da translocação bacteriana nesta fase. Métodos. Camundongos Swiss webster (Mus musculus) com 35 dias foram divididos em dois grupos: controles (10 machos / 10 fêmeas) e esquistossomóticos (10 machos / 10 fêmeas), infectados com 50 cercárias via percutânea. Amostras de fezes foram examinadas pelo método de Kato-Katz com 45 e 97 dias da infecção. Realizouse perfusão hepática para quantificação de vermes. Os animais foram pesados após 35, 80, 125 e 132 dias de nascidos, quando foram eutanasiados para estudo da translocação, microbiota e morfometria intestinal. Para microbiota, fezes foram coletadas da região média do intestino delgado. Segmentos desta região foram seccionadas para diagnóstico morfométrico e histopatológico. Resultados. Fêmeas esquistossomóticas apresentaram maior quantidade de vermes adultos recuperados e número de ovos em fezes (P = 0,0001). Ambos sexos apresentaram maior quantidade de ovos no 45º dia da infecção (P = 0,005), diminuição da evolução ponderal com 80, 125 e 132 dias de nascidos (P = 0,0001) e aumento do peso esplênico na eutanásia (P = 0,0001). Os esquistossomóticos apresentam maior prevalência de coproculturas positivas, tanto em relação a densidade bacteriana por espécies, quanto ao número de UFC. A análise morfométrica duodenal revelou redução significativa na altura e área das vilosidades e do perímetro da superfície da mucosa de ambos os grupos infectados com S. Mansoni (P = 0,0001). Ocorreu maior translocação bacteriana nos grupos esquistossomóticos quando comparados aos respectivos controles, sendo maior prevalente nas fêmeas. Conclusões. Esquistossomose crônica modifica o peso ponderal e esplênico, mucosa e microbiota duodenal de camundongos e favorece translocação, migração e sepse, principalmente em fêmeas, podendo estar relacionada a intensidade do parasitismo. 2012 artículo científico 2469-1119 https://www.redalyc.org/articulo.oa?id=199325428014 pt http://www.redalyc.org/revista.oa?id=1993 Acta Gastroenterológica Latinoamericana application/pdf Sociedad Argentina de Gastroenterología Acta Gastroenterológica Latinoamericana (Argentina) Num.4 Vol.42