CULTURA DE CONSUMO E REPRESENTAÇÃO EM "A LISTA DE SCHINDLER" (OU COMO EMBALAR UM PRODUTO DE SUCESSO SOBRE A MEMÓRIA DO HOLOCAUSTO)

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Autore principale: Adriana Schryver Kurtz
Natura: Artículo científico
Lingua:pt
Pubblicazione: Pontificia Universidad Católica del Ecuador 2010
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author Adriana Schryver Kurtz
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contents CULTURA DE CONSUMO E REPRESENTAÇÃO EM "A LISTA DE SCHINDLER" (OU COMO EMBALAR UM PRODUTO DE SUCESSO SOBRE A MEMÓRIA DO HOLOCAUSTO) Adriana Schryver Kurtz Comunicación Holocausto Steven Spielberg Cultura de consumo Memória & História a lista de Schindler O presente artigo analisa a longa e inabalável hegemonia do projeto audiovisual de Steven Spielberg na conformação da memória do Holocausto judeu. Mais de 15 anos após o lançamento de "A Lista de Schindler" (1993), o cineasta norte-americano segue sendo uma espécie de curador do imaginário ocidental acerca do extermínio dos judeus europeus, reafirmando o poder do que se convencionou denominar de indústria cultural. O sucesso de Spielberg é analisado sob a lógica contemporânea de uma "cultura de consumo". Assim, a memória das vítimas e sobreviventes, bem como a própria história do genocídio de seis milhões de judeus, condenados por Hitler, são embalados - na cinematografia spielberguiana - para um consumo global que resulta numa inevitável simplificação e naturalização histórica, com consequências funestas para as gerações futuras. 2010 artículo científico 1605-4806 https://www.redalyc.org/articulo.oa?id=199514908050 pt http://www.redalyc.org/revista.oa?id=1995 Razón y Palabra application/pdf Pontificia Universidad Católica del Ecuador Razón y Palabra (Ecuador) Num.73
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CULTURA DE CONSUMO E REPRESENTAÇÃO EM "A LISTA DE SCHINDLER" (OU COMO EMBALAR UM PRODUTO DE SUCESSO SOBRE A MEMÓRIA DO HOLOCAUSTO) Adriana Schryver Kurtz Comunicación Holocausto Steven Spielberg Cultura de consumo Memória & História a lista de Schindler O presente artigo analisa a longa e inabalável hegemonia do projeto audiovisual de Steven Spielberg na conformação da memória do Holocausto judeu. Mais de 15 anos após o lançamento de "A Lista de Schindler" (1993), o cineasta norte-americano segue sendo uma espécie de curador do imaginário ocidental acerca do extermínio dos judeus europeus, reafirmando o poder do que se convencionou denominar de indústria cultural. O sucesso de Spielberg é analisado sob a lógica contemporânea de uma "cultura de consumo". Assim, a memória das vítimas e sobreviventes, bem como a própria história do genocídio de seis milhões de judeus, condenados por Hitler, são embalados - na cinematografia spielberguiana - para um consumo global que resulta numa inevitável simplificação e naturalização histórica, com consequências funestas para as gerações futuras. 2010 artículo científico 1605-4806 https://www.redalyc.org/articulo.oa?id=199514908050 pt http://www.redalyc.org/revista.oa?id=1995 Razón y Palabra application/pdf Pontificia Universidad Católica del Ecuador Razón y Palabra (Ecuador) Num.73
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