Registros documentais no cinema da Revolução Mexicana

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1. Verfasser: Maurício de Bragança
Format: Artículo científico
Sprache:pt
Veröffentlicht: Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho 2007
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author Maurício de Bragança
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contents Registros documentais no cinema da Revolução Mexicana Maurício de Bragança Historia cinema história Revolução Mexicana Este artigo pretende focar as relações entre cinema e história nas duas primeiras décadas do século XX no México. O cinema foi apresentado pela primeira vez no país em uma sessão dedicada a Porfirio Díaz. Percebendo seu potencial propagandístico, o ditador logo se converteria na primeira grande estrela do cinema mexicano. O cinema forjava-se como "documento histórico" stricto sensu, num registro da verdade inquestionável. A Revolução redefiniu seu papel, registrando a ebulição pela qual passava a sociedade em documentários que se distanciavam do mero aspecto da curiosidade espetacular para atingir uma verdadeira presença do realizador junto ao cenário político nacional. O desdobramento da Revolução, com a superação da fase insurrecional, e o processo de domesticação do discurso revolucionário no âmbito oficial acabaram por esvaziar o teor de contestação das imagens documentais. A imagem do corpo de Zapata assassinado, que circulou pelo território nacional, é um emblema deste projeto. 2007 artículo científico 0101-9074 https://www.redalyc.org/articulo.oa?id=221014798008 pt http://www.redalyc.org/revista.oa?id=2210 História (São Paulo) application/pdf Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho História (São Paulo) (Brasil) Num.2 Vol.26
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Registros documentais no cinema da Revolução Mexicana Maurício de Bragança Historia cinema história Revolução Mexicana Este artigo pretende focar as relações entre cinema e história nas duas primeiras décadas do século XX no México. O cinema foi apresentado pela primeira vez no país em uma sessão dedicada a Porfirio Díaz. Percebendo seu potencial propagandístico, o ditador logo se converteria na primeira grande estrela do cinema mexicano. O cinema forjava-se como "documento histórico" stricto sensu, num registro da verdade inquestionável. A Revolução redefiniu seu papel, registrando a ebulição pela qual passava a sociedade em documentários que se distanciavam do mero aspecto da curiosidade espetacular para atingir uma verdadeira presença do realizador junto ao cenário político nacional. O desdobramento da Revolução, com a superação da fase insurrecional, e o processo de domesticação do discurso revolucionário no âmbito oficial acabaram por esvaziar o teor de contestação das imagens documentais. A imagem do corpo de Zapata assassinado, que circulou pelo território nacional, é um emblema deste projeto. 2007 artículo científico 0101-9074 https://www.redalyc.org/articulo.oa?id=221014798008 pt http://www.redalyc.org/revista.oa?id=2210 História (São Paulo) application/pdf Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho História (São Paulo) (Brasil) Num.2 Vol.26
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