Financiamento de parques tecnológicos: um estudo comparativo de casos brasileiros, portugueses e espanhóis

Fuente: Redalyc
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Autore principale: Aline Figlioli
Natura: Artículo científico
Lingua:pt
Pubblicazione: Universidade de São Paulo 2012
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author Aline Figlioli
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contents Financiamento de parques tecnológicos: um estudo comparativo de casos brasileiros, portugueses e espanhóis Aline Figlioli Geciane Silveira Porto Administración y Contabilidad Parques tecnológicos habitats de inovação financiamento de parques tecnológicos O mercado globalizado e de competição intensiva, no qual países e empresas estão inseridos, demanda uma busca constante por inovação. Entre os habitats de estímulo à inovação com diversasiniciativas pelo mundo, e também no Brasil, estão os chamados parques tecnológicos. Um dos grandes desafios para a implantação e a operacionalização desses empreendimentos é a obtenção de recursos. Surge, então, a questão: quais os mecanismos de financiamento de que a organização gestora de um parque tecnológico dispõe para realizar as fases de planejamento, implantação e operacionalização dos elementos constitutivos e serviços oferecidos por esse tipo deempreendimento? O objetivo neste trabalho é levantar e comparar os mecanismos de financiamento utilizados nas etapas citadas dos empreendimentos: Tecnopuc, Polo de Informática de São Leopoldo e Sapiens Parque, instalados no Brasil; Biocant Park e Taguspark, instalados em Portugal; Parque Tecnológico de Cartuja 93, Parque Tecnológico de Andalucia, Parque Científico de Barcelona, Parque Tecnológico de Bizkaia e Parque Tecnológico de Álava, instalados na Espanha. O que se pode observar em todos os casos estudados é que, mesmo apresentando organizações gestoras, atores e estruturas diferenciadas, o financiamento das fases de implantação não se deusomente por meio de recursos públicos ou privados, mas também por meio de parcerias. Além disso, verificou-se que as diferenças encontradas nos modelos de financiamento podem ser atribuídas, principalmente, a cinco fatores: participantes da organização gestora; modelo jurídico da organização gestora; elementos constitutivos de propriedade da organização gestora; atração de infraestruturas tecnológicas e empresas âncoras; disponibilidade de fundos públicos de fomento ao desenvolvimento tecnológico e econômico. 2012 artículo científico 0080-2107 https://www.redalyc.org/articulo.oa?id=223423645009 pt http://www.redalyc.org/revista.oa?id=2234 Revista de Administração - RAUSP application/pdf Universidade de São Paulo Revista de Administração - RAUSP (Brasil) Num.2 Vol.47
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Financiamento de parques tecnológicos: um estudo comparativo de casos brasileiros, portugueses e espanhóis Aline Figlioli Geciane Silveira Porto Administración y Contabilidad Parques tecnológicos habitats de inovação financiamento de parques tecnológicos O mercado globalizado e de competição intensiva, no qual países e empresas estão inseridos, demanda uma busca constante por inovação. Entre os habitats de estímulo à inovação com diversasiniciativas pelo mundo, e também no Brasil, estão os chamados parques tecnológicos. Um dos grandes desafios para a implantação e a operacionalização desses empreendimentos é a obtenção de recursos. Surge, então, a questão: quais os mecanismos de financiamento de que a organização gestora de um parque tecnológico dispõe para realizar as fases de planejamento, implantação e operacionalização dos elementos constitutivos e serviços oferecidos por esse tipo deempreendimento? O objetivo neste trabalho é levantar e comparar os mecanismos de financiamento utilizados nas etapas citadas dos empreendimentos: Tecnopuc, Polo de Informática de São Leopoldo e Sapiens Parque, instalados no Brasil; Biocant Park e Taguspark, instalados em Portugal; Parque Tecnológico de Cartuja 93, Parque Tecnológico de Andalucia, Parque Científico de Barcelona, Parque Tecnológico de Bizkaia e Parque Tecnológico de Álava, instalados na Espanha. O que se pode observar em todos os casos estudados é que, mesmo apresentando organizações gestoras, atores e estruturas diferenciadas, o financiamento das fases de implantação não se deusomente por meio de recursos públicos ou privados, mas também por meio de parcerias. Além disso, verificou-se que as diferenças encontradas nos modelos de financiamento podem ser atribuídas, principalmente, a cinco fatores: participantes da organização gestora; modelo jurídico da organização gestora; elementos constitutivos de propriedade da organização gestora; atração de infraestruturas tecnológicas e empresas âncoras; disponibilidade de fundos públicos de fomento ao desenvolvimento tecnológico e econômico. 2012 artículo científico 0080-2107 https://www.redalyc.org/articulo.oa?id=223423645009 pt http://www.redalyc.org/revista.oa?id=2234 Revista de Administração - RAUSP application/pdf Universidade de São Paulo Revista de Administração - RAUSP (Brasil) Num.2 Vol.47
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