Criação de protocolo de avaliação do equilíbrio corporal em crianças de quatro, seis e oito anos de idade: uma perspectiva funcional

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1. Verfasser: RLSM Cury
Format: Artículo científico
Sprache:pt
Veröffentlicht: Associação Brasileira de Pesquisa e Pós-Graduação em Fisioterapia 2006
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author RLSM Cury
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contents Criação de protocolo de avaliação do equilíbrio corporal em crianças de quatro, seis e oito anos de idade: uma perspectiva funcional RLSM Cury LC Magalhães Salud validade Avaliação confiabilidade desenvolvimento infantil equilíbrio musculoesquelético OBJETIVO: O objetivo desse estudo foi criar um teste de equilíbrio corporal, em contexto funcional, e verificar sua adequação e aplicabilidade em um grupo de crianças brasileiras. MÉTODO: Os participantes foram 66 crianças, com desenvolvimento motor típico, idades cronológicas de quatro, seis e oito anos, selecionadas em três escolas de classe média. Cada grupo etário foi composto por 22 crianças, sendo 11 meninos e 11 meninas. O protocolo elaborado foi constituído por oito provas, distribuídas em dois circuitos. Todas as provas foram avaliadas por critérios quantitativos e qualitativos. Os critérios quantitativos referiram-se ao tempo gasto e ao número de passos e saltos corretamente executados nas provas correspondentes. A avaliação qualitativa, pontuada em escala ordinal de quatro pontos, foi baseada em verbos de ação. RESULTADOS: Os resultados da correlação intraclasse indicaram nível satisfatório de confiabilidade entre examinadores e a confiabilidade teste-reteste. Para a comparação do desempenho entre os três grupos etários foi utilizado o teste Kruskal-Wallis e, para localizar a diferença entre os grupos, o teste U Mann-Whitney. Crianças de quatro e oito anos apresentam diferença significativa de desempenho nas provas, tanto para critérios qualitativos quanto quantitativos. Observou-se, também, diferença no desempenho entre crianças de quatro e seis anos para algumas das provas avaliadas. Crianças de seis e de oito anos, de um modo geral, não apresentam diferenças nas provas de equilíbrio propostas. CONCLUSÃO: O instrumento tem potencial para uso clínico. Estudos futuros deverão verificar a utilidade clínica do protocolo em crianças que apresentam atraso no desenvolvimento motor. 2006 artículo científico 1413-3555 https://www.redalyc.org/articulo.oa?id=235016474015 pt http://www.redalyc.org/revista.oa?id=2350 Revista Brasileira de Fisioterapia application/pdf Associação Brasileira de Pesquisa e Pós-Graduação em Fisioterapia Revista Brasileira de Fisioterapia (Brasil) Num.3 Vol.10
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Criação de protocolo de avaliação do equilíbrio corporal em crianças de quatro, seis e oito anos de idade: uma perspectiva funcional RLSM Cury LC Magalhães Salud validade Avaliação confiabilidade desenvolvimento infantil equilíbrio musculoesquelético OBJETIVO: O objetivo desse estudo foi criar um teste de equilíbrio corporal, em contexto funcional, e verificar sua adequação e aplicabilidade em um grupo de crianças brasileiras. MÉTODO: Os participantes foram 66 crianças, com desenvolvimento motor típico, idades cronológicas de quatro, seis e oito anos, selecionadas em três escolas de classe média. Cada grupo etário foi composto por 22 crianças, sendo 11 meninos e 11 meninas. O protocolo elaborado foi constituído por oito provas, distribuídas em dois circuitos. Todas as provas foram avaliadas por critérios quantitativos e qualitativos. Os critérios quantitativos referiram-se ao tempo gasto e ao número de passos e saltos corretamente executados nas provas correspondentes. A avaliação qualitativa, pontuada em escala ordinal de quatro pontos, foi baseada em verbos de ação. RESULTADOS: Os resultados da correlação intraclasse indicaram nível satisfatório de confiabilidade entre examinadores e a confiabilidade teste-reteste. Para a comparação do desempenho entre os três grupos etários foi utilizado o teste Kruskal-Wallis e, para localizar a diferença entre os grupos, o teste U Mann-Whitney. Crianças de quatro e oito anos apresentam diferença significativa de desempenho nas provas, tanto para critérios qualitativos quanto quantitativos. Observou-se, também, diferença no desempenho entre crianças de quatro e seis anos para algumas das provas avaliadas. Crianças de seis e de oito anos, de um modo geral, não apresentam diferenças nas provas de equilíbrio propostas. CONCLUSÃO: O instrumento tem potencial para uso clínico. Estudos futuros deverão verificar a utilidade clínica do protocolo em crianças que apresentam atraso no desenvolvimento motor. 2006 artículo científico 1413-3555 https://www.redalyc.org/articulo.oa?id=235016474015 pt http://www.redalyc.org/revista.oa?id=2350 Revista Brasileira de Fisioterapia application/pdf Associação Brasileira de Pesquisa e Pós-Graduação em Fisioterapia Revista Brasileira de Fisioterapia (Brasil) Num.3 Vol.10
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