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| Autore principale: | |
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| Natura: | Artículo científico |
| Lingua: | pt |
| Pubblicazione: |
Associação Brasileira de Pesquisa e Pós-Graduação em Fisioterapia
2008
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| Soggetti: | |
| Accesso online: | https://www.redalyc.org/articulo.oa?id=235016539010 |
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Sommario:
- Exercício imediato versus tardio na regeneração do nervo isquiático de ratos após axoniotmese: análise histomorfométrica e funcional LL Sobral LS Oliveira SYM Takeda MC Somazz MIL Montebelo Rosana Macher Teodori Salud exercício físico histomorfometria Regeneração nervosa plasticidade neuromuscular índice funcional do ciático (IFC) OBJETIVO: Devido à controvérsia sobre o melhor momento para iniciar o exercício físico, bem como sua influência sobre a regeneração nervosa periférica, este estudo realizou uma análise histomorfométrica e funcional para avaliar a influência do exercício físico em esteira, aplicado nas fases imediata e tardia da regeneração do nervo isquiático de ratos, após axoniotmese. MÉTODOS: Vinte ratos Wistar machos (229,05±18,02g) foram divididos nos grupos: controle (CON); desnervado (D); desnervado+exercício+gaiola (DEG) e desnervado+ gaiola+exercício (DGE). Após 24 horas da axoniotmese, o grupo DEG iniciou o exercício, enquanto o grupo DGE iniciou no 14º dia, com o seguinte protocolo: velocidade=8m/min, inclinação=0%, 30min/dia, durante 14 dias. Em seguida, a porção distal do nervo isquiático foi retirada para análise histomorfométrica. Realizou-se o registro da marcha (pré-operatório e 7º, 14º, 21º, 28º dias pós-operatório (PO)), através do índice funcional do ciático (IFC). RESULTADOS: O número de axônios regenerados nos grupos D foi maior que no CON (p<0,05), não havendo diferença intergrupos D. O diâmetro do axônio do grupo DGE foi maior que do grupo D, enquanto os demais parâmetros morfométricos apenas apresentaram diferença significativa com o grupo CON. Não houve diferença nos valores de IFC intergrupos, enquanto na comparação intragrupos, o 7º e o 14º dias diferem do pré-operatório, 21º e o 28º dias PO. CONCLUSÕES: O protocolo de exercício em esteira aplicado nas fases imediata e tardia, não influenciou o brotamento axonal, o grau de maturação das fibras regeneradas e nem a funcionalidade dos músculos reinervados. 2008 artículo científico 1413-3555 https://www.redalyc.org/articulo.oa?id=235016539010 pt http://www.redalyc.org/revista.oa?id=2350 Revista Brasileira de Fisioterapia application/pdf Associação Brasileira de Pesquisa e Pós-Graduação em Fisioterapia Revista Brasileira de Fisioterapia (Brasil) Num.4 Vol.12