Padrão respiratório e movimento toracoabdominal de crianças respiradoras orais

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1. Verfasser: TCS Brant
Format: Artículo científico
Sprache:pt
Veröffentlicht: Associação Brasileira de Pesquisa e Pós-Graduação em Fisioterapia 2008
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author TCS Brant
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contents Padrão respiratório e movimento toracoabdominal de crianças respiradoras orais TCS Brant VF Parreira MC Mancini HMG Becker AFC Reis RR Britto Salud criança respirador oral respirador nasal padrão respiratório fisioterapia respiratória OBJETIVO: Caracterizar o padrão respiratório e o movimento toracoabdominal de crianças respiradoras orais, na faixa etária entre oito e dez anos, e compará-lo ao de seus pares respiradoras nasais. MÉTODOS: Estudo observacional realizado em laboratório universitário. O número amostral calculado com base em um estudo piloto com dez crianças em cada grupo, perfazendo um total de 20 crianças, foi de 50 para um nível de significância de 0,05 e um poder estatístico de 0,80. Participaram do estudo 26 crianças respiradoras orais e 25 respiradoras nasais. A pletismografia respiratória por indutância calibrada foi o instrumento utilizado para a análise das seguintes variáveis, entre outras: freqüência respiratória (FR), contribuição da caixa torácica para o volume corrente (%CT/Vc), ângulo de fase (Angfase) e a razão entre o tempo para alcançar o pico de fluxo inspiratório e o tempo inspiratório (PifT/Ti). A saturação periférica da hemoglobia em oxigênio (SpO2) foi medida pela oximetria de pulso. A análise estatística foi realizada por meio do teste t de Student para grupos independentes e do teste U de Mann-Whitney, em função da distribuição das variáveis. RESULTADOS: No total, 4.816 ciclos respiratórios foram analisados, sendo 2.455 de respiradores orais e 2.361 de respiradores nasais, com média de 94 ciclos por criança. Não houve diferença significativa entre os grupos nas variáveis estudadas (FR=20,00±2,68 versus 20,73±2,58, p=0,169; %CT/Vc=39,30±11,86 versus 38,36±10,93, p=0,769; Angfase=14,53±7,97 versus 13,31±7,74, p=0,583; PifT/Ti=57,40±7,16 versus 58,35±5,99, p=0,610; SpO2=96,42±1,52% versus 96,88±1,01%, p=0,208; respectivamente). CONCLUSÕES: Estes resultados sugerem que as crianças respiradoras orais apresentam padrão respiratório e movimento toracoabdominal semelhantes às de respiradores nasais de mesma faixa etária. 2008 artículo científico 1413-3555 https://www.redalyc.org/articulo.oa?id=235016544012 pt http://www.redalyc.org/revista.oa?id=2350 Revista Brasileira de Fisioterapia application/pdf Associação Brasileira de Pesquisa e Pós-Graduação em Fisioterapia Revista Brasileira de Fisioterapia (Brasil) Num.6 Vol.12
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Padrão respiratório e movimento toracoabdominal de crianças respiradoras orais TCS Brant VF Parreira MC Mancini HMG Becker AFC Reis RR Britto Salud criança respirador oral respirador nasal padrão respiratório fisioterapia respiratória OBJETIVO: Caracterizar o padrão respiratório e o movimento toracoabdominal de crianças respiradoras orais, na faixa etária entre oito e dez anos, e compará-lo ao de seus pares respiradoras nasais. MÉTODOS: Estudo observacional realizado em laboratório universitário. O número amostral calculado com base em um estudo piloto com dez crianças em cada grupo, perfazendo um total de 20 crianças, foi de 50 para um nível de significância de 0,05 e um poder estatístico de 0,80. Participaram do estudo 26 crianças respiradoras orais e 25 respiradoras nasais. A pletismografia respiratória por indutância calibrada foi o instrumento utilizado para a análise das seguintes variáveis, entre outras: freqüência respiratória (FR), contribuição da caixa torácica para o volume corrente (%CT/Vc), ângulo de fase (Angfase) e a razão entre o tempo para alcançar o pico de fluxo inspiratório e o tempo inspiratório (PifT/Ti). A saturação periférica da hemoglobia em oxigênio (SpO2) foi medida pela oximetria de pulso. A análise estatística foi realizada por meio do teste t de Student para grupos independentes e do teste U de Mann-Whitney, em função da distribuição das variáveis. RESULTADOS: No total, 4.816 ciclos respiratórios foram analisados, sendo 2.455 de respiradores orais e 2.361 de respiradores nasais, com média de 94 ciclos por criança. Não houve diferença significativa entre os grupos nas variáveis estudadas (FR=20,00±2,68 versus 20,73±2,58, p=0,169; %CT/Vc=39,30±11,86 versus 38,36±10,93, p=0,769; Angfase=14,53±7,97 versus 13,31±7,74, p=0,583; PifT/Ti=57,40±7,16 versus 58,35±5,99, p=0,610; SpO2=96,42±1,52% versus 96,88±1,01%, p=0,208; respectivamente). CONCLUSÕES: Estes resultados sugerem que as crianças respiradoras orais apresentam padrão respiratório e movimento toracoabdominal semelhantes às de respiradores nasais de mesma faixa etária. 2008 artículo científico 1413-3555 https://www.redalyc.org/articulo.oa?id=235016544012 pt http://www.redalyc.org/revista.oa?id=2350 Revista Brasileira de Fisioterapia application/pdf Associação Brasileira de Pesquisa e Pós-Graduação em Fisioterapia Revista Brasileira de Fisioterapia (Brasil) Num.6 Vol.12
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