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Detalles Bibliográficos
Autor principal: Leonardo Portugal Barcellos
Formato: Artículo científico
Lenguaje:pt
Publicado: Universidade de São Paulo 2014
Materias:
Acceso en línea:https://www.redalyc.org/articulo.oa?id=235232409007
https://www.redalyc.org/journal/2352/235232409007/
https://www.redalyc.org/journal/2352/235232409007/html/
https://www.redalyc.org/journal/2352/235232409007/235232409007.epub
https://www.redalyc.org/journal/2352/235232409007/movil
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Tabla de Contenidos:
  • Determinantes do Prazo de Divulgação das Demonstrações Contábeis das Companhias Não Financeiras Listadas na Bovespa Leonardo Portugal Barcellos Jorge Vieira da Costa Júnior Luiz Da Costa Laurence Administración y Contabilidad Timeliness Tempestividade Dados em painel Demonstrações contábeis Dados em corte transversal Esta pesquisa teve o propósito principal de fornecer evidências empíricas acerca dos fatores que influenciam as decisões dos gestores quanto ao prazo de divulgação das demonstrações contábeis anuais das companhias não financeiras listadas na BM&FBOVESPA. O prazo de divulgação, chamado defasagem, foi medido como o intervalo em dias entre o encerramento do exercício social e a data da primeira apresentação das Demonstrações Financeiras Padronizadas (DFPs). O foco da pesquisa foi a influência, sobre a defasagem, dos seguintes fatores não observáveis: monitoramento, complexidade contábil, governança corporativa, relatório de auditoria e performance. Para a consecução dos objetivos, foram estimados modelos econométricos por meio dos métodos: (i) Mínimos Quadrados Ordinários (MQO) com dados em corte transversal; (ii) MQO com dados agrupados (OLS pooled); e (iii) painel de dados. Os testes foram aplicados sobre um painel balanceado de dados, ou seja, 644 observações de 322 companhias, referentes aos exercícios 2010 e 2011. Os resultados das estimações revelaram que tendem a divulgar mais rapidamente companhias: (i) com maior número de acionistas; (ii) com maior nível de endividamento; (iii) que aderiram a um entre os níveis diferenciados de governança corporativa da BM&FBOVESPA; (iv) que possuem maiores proporções de diretores independentes na composição da diretoria (board); e (v) que foram auditadas por uma entre as firmas de auditoria do grupo Big-4. Por outro lado, constatou-se que tendem a atrasar companhias que: (i) estão sujeitas à consolidação de balanços; (ii) tiveram suas demonstrações contábeis ressalvadas pelos auditores independentes; (iii) e que registraram resultados negativos (prejuízos). 2014 artículo científico 1982-6486 https://www.redalyc.org/articulo.oa?id=235232409007 https://www.redalyc.org/journal/2352/235232409007/ https://www.redalyc.org/journal/2352/235232409007/html/ https://www.redalyc.org/journal/2352/235232409007/235232409007.epub https://www.redalyc.org/journal/2352/235232409007/movil pt http://www.redalyc.org/revista.oa?id=2352 Revista de Contabilidade e Organizações application/pdf Universidade de São Paulo Revista de Contabilidade e Organizações (Brasil) Num.20 Vol.8