Quem taxa e quem gasta: a barganha federativa na Federação Brasileira

Fuente: Redalyc
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Autore principale: Marta Arretche
Natura: Artículo científico
Lingua:pt
Pubblicazione: Universidade Federal do Paraná 2005
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author Marta Arretche
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contents Quem taxa e quem gasta: a barganha federativa na Federação Brasileira Marta Arretche Sociología barganhas políticas federalismo tributário transferências fiscais Este artigo analisa as relações de autonomia e coordenação da federação brasileira, pelo exame da trajetóriadas decisões em matéria fiscal e tributária. Desagrega distintas dimensões da questão e conclui que,na história brasileira, as disputas federativas deslocaram-se das áreas de tributação exclusiva para osistema de transferências fiscais. Além disso, o modelo brasileiro tendeu a combinar a descentralização dereceitas com a centralização da autoridade sobre as decisões de arrecadação e de gasto, isto é, a limitaçãoda autonomia dos governos subnacionais para a regulamentação da cobrança de impostos e do destino dogasto. Mudanças de regime político não são suficientes para explicar as mudanças no sistema tributário efiscal; a centralização decisória e o padrão de alianças em cada arena particular permitem melhor explicaressas variações. 2005 artículo científico 0104-4478 https://www.redalyc.org/articulo.oa?id=23802406 pt http://www.redalyc.org/revista.oa?id=238 Revista de Sociologia e Política application/pdf Universidade Federal do Paraná Revista de Sociologia e Política (Brasil) Num.24
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publishDate 2005
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Sociología
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Quem taxa e quem gasta: a barganha federativa na Federação Brasileira Marta Arretche Sociología barganhas políticas federalismo tributário transferências fiscais Este artigo analisa as relações de autonomia e coordenação da federação brasileira, pelo exame da trajetóriadas decisões em matéria fiscal e tributária. Desagrega distintas dimensões da questão e conclui que,na história brasileira, as disputas federativas deslocaram-se das áreas de tributação exclusiva para osistema de transferências fiscais. Além disso, o modelo brasileiro tendeu a combinar a descentralização dereceitas com a centralização da autoridade sobre as decisões de arrecadação e de gasto, isto é, a limitaçãoda autonomia dos governos subnacionais para a regulamentação da cobrança de impostos e do destino dogasto. Mudanças de regime político não são suficientes para explicar as mudanças no sistema tributário efiscal; a centralização decisória e o padrão de alianças em cada arena particular permitem melhor explicaressas variações. 2005 artículo científico 0104-4478 https://www.redalyc.org/articulo.oa?id=23802406 pt http://www.redalyc.org/revista.oa?id=238 Revista de Sociologia e Política application/pdf Universidade Federal do Paraná Revista de Sociologia e Política (Brasil) Num.24
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