Em nome da coesão: parlamentares e comissionados nas executivas nacionais dos partidos brasileiros
Fuente:
Redalyc
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| Autor principal: | |
|---|---|
| Formato: | Artículo científico |
| Lenguaje: | pt |
| Publicado: |
Universidade Federal do Paraná
2014
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| Materias: | |
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| _version_ | 1876432006287458304 |
|---|---|
| author | Pedro Floriano Ribeiro |
| author_facet | Pedro Floriano Ribeiro |
| contents | Em nome da coesão: parlamentares e comissionados nas executivas nacionais dos partidos brasileiros Pedro Floriano Ribeiro Sociología ideologia elites políticas modelo originário partidos políticos executivas nacionais Quase nada sabemos sobre as cúpulas dirigentes dos partidos políticos brasileiros, espaços de coagulação de disputas e deliberaçõesacerca de aspectos relevantes da vida política nacional. O objetivo do trabalho é começar a abrir a caixa preta desses espaços,delineando-se um perfil das elites dirigentes dos principais partidos brasileiros. São utilizados dados inéditos acerca das comissõesexecutivas nacionais formadas entre 1980 e 2013, dos sete maiores partidos: PT, PSB, PDT, PMDB, PSDB, PP e DEM. Os dados sobreas executivas foram obtidos junto ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE), DHBB (Fundação Getúlio Vargas) e junto aos próprios partidos.Além de apontar as diferenças entre os partidos no tocante ao peso da “face pública” nas executivas (mandatários eleitos e ocupantesde cargos de confiança), avaliou-se estatisticamente a força explicativa de algumas variáveis para compreender os padrões ediferenças identificados: ideologia e origem do partido, sua força eleitoral/parlamentar, e participação no governo federal. Indo alémdos números, são apresentados alguns nomes de dirigentes que se destacam nas cúpulas partidárias, sublinhando que o núcleodecisório das máquinas (secretaria geral, de finanças etc.) pode apresentar uma fisionomia um pouco distinta das executivas como umtodo. Um modelo explicativo integrado deu conta de explicar a maior parte da variabilidade observada, sugerindo a origem partidária(se interna ou não ao parlamento) como principal variável explicativa. Os partidos de origem interna (que são os de centro e direita)tendem a ter executivas de perfil mais parlamentarizado, enquanto os de origem não interna (os de esquerda) possuem menosparlamentares, com as executivas do PT se destacando por absorverem a maior quantidade de dirigentes sem histórico de cargos. Osresultados reforçam a importância de se atentar para o modelo originário de cada partido, e contestam uma das suposições maisarraigadas na literatura: a de que as instâncias centrais dos partidos brasileiros seriam monoliticamente controladas por deputadosfederais e senadores. É mais apropriado falar em elites partidárias do que em uma elite unida. Por trás da presença constante deparlamentares e ocupantes de cargos de confiança nas executivas está a busca de coesão e articulação entre distintos elementos docorpo partidário, tanto em sentido horizontal (direção nacional, bancadas no Congresso e governo federal) como no vetor verti-cal-federativo (direção nacional, bancadas, gestões e diretórios subnacionais). 2014 artículo científico 0104-4478 https://www.redalyc.org/articulo.oa?id=23832916008 pt http://www.redalyc.org/revista.oa?id=238 Revista de Sociologia e Política application/pdf Universidade Federal do Paraná Revista de Sociologia e Política (Brasil) Num.52 Vol.22 |
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| institution | Redalyc |
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| publishDate | 2014 |
| publisher | Universidade Federal do Paraná |
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| topic | Sociología ideologia elites políticas modelo originário partidos políticos executivas nacionais |
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