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Autore principale: Jacques Felipe Prodocimo Lestingi
Natura: Artículo científico
Lingua:pt
Pubblicazione: Faculdade de Medicina de Jundiaí 2007
Soggetti:
Accesso online:https://www.redalyc.org/articulo.oa?id=243217722007
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Sommario:
  • Tratamento das crises hipertensivas Jacques Felipe Prodocimo Lestingi Marco Antonio Dias Medicina urgência tratamento emergência Hipertensão Em uma situação de crise hipertensiva devem ser tomados alguns princípios básicos para a terapêuticainicial como, por exemplo, admitir o paciente na Unidade de Terapia Intensiva (UTI), obter acessovenoso adequado, estabelecer monitorização permanente da pressão arterial e baixar os níveis tensionais o mais rápido possível. Inicialmente, recomenda-se tirar o paciente de um patamar pressórico que lhe ofereça riscos e, conseqüentemente, aliviar os sintomas, permitindo observação e avaliação para reduções posteriores. Assim, este estudo visa a descrever recomendações em situações de crisehipertensiva, analisando a literatura sobre os aspectos mais relevantes. Após análise literária observou-se que na emergência hipertensiva recomenda-se internação imediata do paciente, exame físico com fundoscopia, RX de tórax, ECG, exames laboratoriais, iniciar droga parenteral, investigar e tratar de forma específica as lesões em órgãos-alvo, pois existe um risco iminente de vida por lesão em órgãos-alvo, exigindo redução imediata da pressão arterial (PA) e internação em leito de UTI. Já nas urgências hipertensivas, para os pacientes com níveis elevados de pressão, sem lesões em órgãos-alvo, pode-se administrar furosemida 40 mg como primeira droga de escolha associada ao captopril. Posteriormente, verifica-se a pressão arterial e seu controle, a partir daí o paciente recebe alta hospitalar, porém, se elevada, repetir segunda intervenção farmacológica. Nas urgências hipertensivas, o controle da pressão arterial deve ser feito em até 24 horas, sem necessidade de internação em Terapia Intensiva. Assim, conclui-se que normatizar o atendimento e o tratamento de pacientes com elevações de níveis tensionais de pressão é fundamental, tudo isto baseado e complementado pelo protocolo de atendimento da Faculdade de Medicina de Jundiaí, bem como em consensos e diretrizes atualmente discutidos. 2007 artículo científico 0100-2929 https://www.redalyc.org/articulo.oa?id=243217722007 pt http://www.redalyc.org/revista.oa?id=2432 Perspectivas Médicas application/pdf Faculdade de Medicina de Jundiaí Perspectivas Médicas (Brasil) Num.2 Vol.18