Prevalência de hipertrofia ventricular esquerda e fatores associados em pacientes hipertensos ambulatoriais

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1. Verfasser: Geyhsy Elaynne da Silva Rocha
Format: Artículo científico
Sprache:pt
Veröffentlicht: Faculdade de Medicina de Jundiaí 2016
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author Geyhsy Elaynne da Silva Rocha
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contents Prevalência de hipertrofia ventricular esquerda e fatores associados em pacientes hipertensos ambulatoriais Geyhsy Elaynne da Silva Rocha Valério Marcelo Vasconcelos do Nascimento André Telis de Vilela Araújo Ana Teresa Pereira Vieira Flávia Rodrigues Bastos dos Santos Rilva Lopes de Sousa Muñoz Medicina Tumor imuno maligno benigno histoquímica INTRODUÇÃO: A hipertrofia ventricular esquerda (HVE) afeta 20% a 50% dos pacientes c o m h i p e r t e n s ã o l e v e e m o d e r a d a , apresentando variabilidade entre diferentes p o p u l a ç õ e s . O B J E T I V O S : Av a l i a r a prevalência de HVE e fatores associados em p a c i e n t e s h i p e r t e n s o s a t e n d i d o s ambulatorialmente no Hospital Universitário Lauro Wanderley (HULW), além de determinar as alterações geométricas mais frequentes do ventrículo esquerdo. MÉTODOS: Estudo observacional e retrospectivo envolvendo 104 hipertensos dos ambulatórios de Cardiologia do HULW, em João Pessoa, Paraíba, Brasil. Foi utilizado um formulário elaborado pelos autores, e preenchido através da revisão documental dos prontuários médicos, incluindo informações clínicas, resultados de eletrocardiogramas e ecocardiogramas. O diagnóstico de HVE foi baseado em critérios ecocardiográficos. RESULTADOS: A prevalência de HVE foi de 51%. A média de idade dos pacientes com HVE foi 60,0±14,5 e de 54,5±12,7 naqueles sem a HVE. A HVE excêntrica predominou (65,5%). A HVE associou-se a idade (p=0,04), tabagismo (p=0,002), valvopatias (p=0,02), insuficiência cardíaca (p=0,02) e doença coronariana (p= 0,02), mas não se relacionou com índice de massa corpórea e valores de pressão arterial. O índice de concordância entre eletro e ecocardiograma foi baixo. CONCLUSÕES: A HVE foi encontrada na maioria dos pacientes, relacionando-se ao tabagismo e idade, predominando o subtipo excêntrico. Observouse concordância insatisfatória entre eletro e ecocardiograma na identificação de HVE. 2016 artículo científico 0100-2929 https://www.redalyc.org/articulo.oa?id=243246722002 pt http://www.redalyc.org/revista.oa?id=2432 Perspectivas Médicas application/pdf Faculdade de Medicina de Jundiaí Perspectivas Médicas (Brasil) Num.1 Vol.27
format Artículo científico
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publishDate 2016
publisher Faculdade de Medicina de Jundiaí
spellingShingle Prevalência de hipertrofia ventricular esquerda e fatores associados em pacientes hipertensos ambulatoriais
Geyhsy Elaynne da Silva Rocha
Medicina
Tumor
imuno
maligno
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Prevalência de hipertrofia ventricular esquerda e fatores associados em pacientes hipertensos ambulatoriais Geyhsy Elaynne da Silva Rocha Valério Marcelo Vasconcelos do Nascimento André Telis de Vilela Araújo Ana Teresa Pereira Vieira Flávia Rodrigues Bastos dos Santos Rilva Lopes de Sousa Muñoz Medicina Tumor imuno maligno benigno histoquímica INTRODUÇÃO: A hipertrofia ventricular esquerda (HVE) afeta 20% a 50% dos pacientes c o m h i p e r t e n s ã o l e v e e m o d e r a d a , apresentando variabilidade entre diferentes p o p u l a ç õ e s . O B J E T I V O S : Av a l i a r a prevalência de HVE e fatores associados em p a c i e n t e s h i p e r t e n s o s a t e n d i d o s ambulatorialmente no Hospital Universitário Lauro Wanderley (HULW), além de determinar as alterações geométricas mais frequentes do ventrículo esquerdo. MÉTODOS: Estudo observacional e retrospectivo envolvendo 104 hipertensos dos ambulatórios de Cardiologia do HULW, em João Pessoa, Paraíba, Brasil. Foi utilizado um formulário elaborado pelos autores, e preenchido através da revisão documental dos prontuários médicos, incluindo informações clínicas, resultados de eletrocardiogramas e ecocardiogramas. O diagnóstico de HVE foi baseado em critérios ecocardiográficos. RESULTADOS: A prevalência de HVE foi de 51%. A média de idade dos pacientes com HVE foi 60,0±14,5 e de 54,5±12,7 naqueles sem a HVE. A HVE excêntrica predominou (65,5%). A HVE associou-se a idade (p=0,04), tabagismo (p=0,002), valvopatias (p=0,02), insuficiência cardíaca (p=0,02) e doença coronariana (p= 0,02), mas não se relacionou com índice de massa corpórea e valores de pressão arterial. O índice de concordância entre eletro e ecocardiograma foi baixo. CONCLUSÕES: A HVE foi encontrada na maioria dos pacientes, relacionando-se ao tabagismo e idade, predominando o subtipo excêntrico. Observouse concordância insatisfatória entre eletro e ecocardiograma na identificação de HVE. 2016 artículo científico 0100-2929 https://www.redalyc.org/articulo.oa?id=243246722002 pt http://www.redalyc.org/revista.oa?id=2432 Perspectivas Médicas application/pdf Faculdade de Medicina de Jundiaí Perspectivas Médicas (Brasil) Num.1 Vol.27
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