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| Main Author: | |
|---|---|
| Format: | Artículo científico |
| Language: | pt |
| Published: |
Faculdade de Medicina de Jundiaí
2016
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| Subjects: | |
| Online Access: | https://www.redalyc.org/articulo.oa?id=243249177004 |
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Table of Contents:
- Aceitação de usuárias do SUS à vacinação preventiva contra HPV Raphael Cruz Seabra Prudente Ludmila Martins Souza George Geraldi Marinho Aline Duarte Silveira Geovane Ribeiro Santos Clovis Antônio Lopes Pinto Medicina Vacinação Vacinação prevenção prevenção informação Introdução: O Papilomavírus Humano (HPV) é o nome dado a um grupo de vírus que inclui mais de 100 subtipos, capazes de provocar lesões na pele ou mucosa. Os subtipos são classificados de acordo com o grau potencial de lesão a ser provocado no hospedeiro, podendo ser subtipos de alto risco ou baixo risco. Os subtipos mais comuns são os 6 e 11, de baixo risco, e 16 e 18, de alto risco. Atualmente, encontra-se no mercado duas vacinas preventivas contra estes sorotipos do vírus: a bivalente, contra os sorotipos 16 e 18, e a quadrivalente, contra os sorotipos 6, 11, 16 e 18. A vacinação é gratuita para determinados grupos e faixas etárias, mas ainda encontra-se estigmatizada pela população, encontrando resistência para ser implementada com eficácia. Metodologia: Foi entrevistado um grupo 100 de mulheres sexualmente ativas, independente da idade, maiores de 18 anos, pacientes do serviço ambulatorial do Hospital Universitário da Faculdade de Medicina de Jundiaí. As pacientes responderam a um questionário, que posteriormente foi submetido à análise estatística. Resultados: Das 100 mulheres que responderam ao questionário 5 declararam não aderir a vacinação contra o HPV. Dentre as 95 mulheres favoráveis a vacina, 40% se preveniam contra DSTs. Todas as entrevistadas sabiam o que era o exame de papanicolau. Do total de mulheres abordadas, 90% deixariam suas filhas em idade sexual tomarem a vacina. Destas, 4,44% são desfavoráveis à vacinação. Discussão: A maioria das mulheres afirmou ter uma vida sexual ativa e, paradoxalmente, não ter o vírus do HPV. Esse dado soa contraditório já que a vida sexual contribui para a disseminação do v í r u s . I s s o i m p l i c a n o p r o v á v e l desconhecimento da doença, sendo que muitas poderiam ter o agente viral sem estarem cientes disso. O estudo demonstrou que poucas entrevistadas sabiam o que era o HPV e qual doença ele causava, assim como qual era o agente etiológico do câncer de colo uterino. Observou-se também relevância do custo da vacina como fator influente na adesão populacional, com p<0,01. 2016 artículo científico 0100-2929 https://www.redalyc.org/articulo.oa?id=243249177004 pt http://www.redalyc.org/revista.oa?id=2432 Perspectivas Médicas application/pdf Faculdade de Medicina de Jundiaí Perspectivas Médicas (Brasil) Num.2 Vol.27