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| Main Author: | |
|---|---|
| Format: | Artículo científico |
| Language: | pt |
| Published: |
Faculdade de Medicina de Jundiaí
2017
|
| Subjects: | |
| Online Access: | https://www.redalyc.org/articulo.oa?id=243254652002 |
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| _version_ | 1866570984499183616 |
|---|---|
| author | Daniel de Carli |
| author_facet | Daniel de Carli |
| contents | Bloqueio ileoinguinal e ileohipogástrico em crianças submetidas à apendicectomias: ensaio clínico controlado, randomizado e duplamente encoberto. Daniel de Carli Michael Quezada César Carvalho da Silva Luís Fernando Deperon José Fernado Amaral Meletti César de Araújo Miranda Medicina criança dor pós Analgesia operatória apendicectomia O objetivo desse estudo foi comparar a a n a l g e s i a p r o m o v i d a p e l o b l o q u e i o ileoinguinal/ileohipogástrico com a analgesia venosa convencional, em crianças submetidas à apendicectomias. Realizou-se um ensaio clínico c o n t ro l a d o , r a n d o m i z a d o d u p l a m e n t e encoberto em trinta e sete crianças com idade entre 2 a 12 anos. As crianças do grupo A (19 casos) foram submetidas à anestesia geral associada à analgesia com dipirona, e as do grupo B (18 casos) receberam a mesma técnica, associada ao bloqueio. A ferramenta usada na aferição foi a Escala Analógica Visual de Faces (EAV) adaptada por Claro. No caso de pontuações 3 e 4 na escala de dor, as crianças receberam tramadol como medicação de re s g a t e . N a a v a l i a ç ã o d a v a r i a ç ã o d a frequência cardíaca, ao avaliarmos os momentos antes da incisão e um minuto após a incisão, observou-se aumento significante no grupo A (p=0,025). Ao avaliarmos a dor aos 30 minutos na SRPA, o grupo A apresentou pontuações mais elevadas em comparação ao grupo B. Não se observa essa diferença aos 60 minutos e na alta da SRPA. Observou-se no grupo em que o bloqueio não foi realizado 47,4% dos pacientes necessitou de medicação de resgate, enquanto apenas 11,1% das crianças do grupo submetido ao bloqueio necessitaram desta terapia (p=0.015). As crianças submetidas ao bloqueio apresentaram menor incidência de dor no pós-operatório imediato e tiveram menor necessidade de terapia de resgate para dor. Taquicardia no momento da incisão foi observada no grupo sem bloqueio. 2017 artículo científico 0100-2929 https://www.redalyc.org/articulo.oa?id=243254652002 pt http://www.redalyc.org/revista.oa?id=2432 Perspectivas Médicas application/pdf Faculdade de Medicina de Jundiaí Perspectivas Médicas (Brasil) Num.3 Vol.28 |
| format | Artículo científico |
| id | redalyc_243254652002 |
| language | pt |
| publishDate | 2017 |
| publisher | Faculdade de Medicina de Jundiaí |
| spellingShingle | Bloqueio ileoinguinal e ileohipogástrico em crianças submetidas à apendicectomias: ensaio clínico controlado, randomizado e duplamente encoberto. Daniel de Carli Medicina criança dor pós Analgesia operatória apendicectomia Bloqueio ileoinguinal e ileohipogástrico em crianças submetidas à apendicectomias: ensaio clínico controlado, randomizado e duplamente encoberto. Daniel de Carli Michael Quezada César Carvalho da Silva Luís Fernando Deperon José Fernado Amaral Meletti César de Araújo Miranda Medicina criança dor pós Analgesia operatória apendicectomia O objetivo desse estudo foi comparar a a n a l g e s i a p r o m o v i d a p e l o b l o q u e i o ileoinguinal/ileohipogástrico com a analgesia venosa convencional, em crianças submetidas à apendicectomias. Realizou-se um ensaio clínico c o n t ro l a d o , r a n d o m i z a d o d u p l a m e n t e encoberto em trinta e sete crianças com idade entre 2 a 12 anos. As crianças do grupo A (19 casos) foram submetidas à anestesia geral associada à analgesia com dipirona, e as do grupo B (18 casos) receberam a mesma técnica, associada ao bloqueio. A ferramenta usada na aferição foi a Escala Analógica Visual de Faces (EAV) adaptada por Claro. No caso de pontuações 3 e 4 na escala de dor, as crianças receberam tramadol como medicação de re s g a t e . N a a v a l i a ç ã o d a v a r i a ç ã o d a frequência cardíaca, ao avaliarmos os momentos antes da incisão e um minuto após a incisão, observou-se aumento significante no grupo A (p=0,025). Ao avaliarmos a dor aos 30 minutos na SRPA, o grupo A apresentou pontuações mais elevadas em comparação ao grupo B. Não se observa essa diferença aos 60 minutos e na alta da SRPA. Observou-se no grupo em que o bloqueio não foi realizado 47,4% dos pacientes necessitou de medicação de resgate, enquanto apenas 11,1% das crianças do grupo submetido ao bloqueio necessitaram desta terapia (p=0.015). As crianças submetidas ao bloqueio apresentaram menor incidência de dor no pós-operatório imediato e tiveram menor necessidade de terapia de resgate para dor. Taquicardia no momento da incisão foi observada no grupo sem bloqueio. 2017 artículo científico 0100-2929 https://www.redalyc.org/articulo.oa?id=243254652002 pt http://www.redalyc.org/revista.oa?id=2432 Perspectivas Médicas application/pdf Faculdade de Medicina de Jundiaí Perspectivas Médicas (Brasil) Num.3 Vol.28 |
| title | Bloqueio ileoinguinal e ileohipogástrico em crianças submetidas à apendicectomias: ensaio clínico controlado, randomizado e duplamente encoberto. |
| topic | Medicina criança dor pós Analgesia operatória apendicectomia |
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