Persistência da veia ciática

Fuente: Redalyc
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Autor principal: Bárbara Borges Cardoso
Formato: Artículo científico
Lenguaje:pt
Publicado: Sociedade Brasileira de Angiologia e de Cirurgia Vascular 2010
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author Bárbara Borges Cardoso
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contents Persistência da veia ciática Bárbara Borges Cardoso Camila Oliveira Alvarenga Maíra de Souza Miyahara Marcelo Calil Burihan Maria Raphaella Queiroz Alves de Lima Mariana Cardoso Kuwahara Rafael Capobianco Maia e Silva Medicina veia ciática Anatomia CONTEXTO: Durante um período da vida embrionária, a veia ciática é a principal coletora do membro inferior. Na embriogênese vascular, há diferenciação dos angioblastos em um plexo vascular primitivo, com posterior remodelagem e expansão. Consequentemente, durante esse processo, podem ocorrer anomalias. Quando ocorre persistência da veia ciática, esta pode se comunicar com a veia safena parva ou com a veia poplítea durante seu percurso, anastomosando-se com a veia perfurante superior e com a veia circunflexa medial do fêmur. OBJETIVO: Relatar o caso da persistência bilateral de veia ciática nos membros inferiores, comparando à literatura. MÉTODOS: Foram dissecados 32 membros inferiores de 16 cadáveres formolizados no Laboratório de Anatomia pela Disciplina de Anatomia Topográfica da Faculdade de Medicina da Universidade de Santo Amaro (Unisa), durante 2006 e 2007, observando-se em 2 membros inferiores de um único cadáver, a presença de veia ciática. RESULTADOS: No membro inferior esquerdo de um cadáver que apresentou a anomalia bilateralmente, a veia media 37 cm, tinha origem na região da veia poplítea, acompanhava o nervo ciático, perfurava o músculo adutor magno e desembocava na veia femoral profunda. No membro inferior direito, ela media 36 cm, originava-se recebendo as veias do compartimento tibial anterior, acompanhava o nervo ciático, perfurava o músculo adutor magno e desembocava na veia ilíaca interna. CONCLUSÃO: As variações anatômicas do sistema venoso do membro inferior são as mais prevalentes. A persistência da veia ciática pode causar insuficiência venosa crônica no membro inferior e, dessa forma, deve ser investigada para uma melhor conduta clínica ou cirúrgica. 2010 artículo científico 1677-5449 https://www.redalyc.org/articulo.oa?id=245016485007 pt http://www.redalyc.org/revista.oa?id=2450 Jornal Vascular Brasileiro application/pdf Sociedade Brasileira de Angiologia e de Cirurgia Vascular Jornal Vascular Brasileiro (Brasil) Num.3 Vol.9
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Persistência da veia ciática Bárbara Borges Cardoso Camila Oliveira Alvarenga Maíra de Souza Miyahara Marcelo Calil Burihan Maria Raphaella Queiroz Alves de Lima Mariana Cardoso Kuwahara Rafael Capobianco Maia e Silva Medicina veia ciática Anatomia CONTEXTO: Durante um período da vida embrionária, a veia ciática é a principal coletora do membro inferior. Na embriogênese vascular, há diferenciação dos angioblastos em um plexo vascular primitivo, com posterior remodelagem e expansão. Consequentemente, durante esse processo, podem ocorrer anomalias. Quando ocorre persistência da veia ciática, esta pode se comunicar com a veia safena parva ou com a veia poplítea durante seu percurso, anastomosando-se com a veia perfurante superior e com a veia circunflexa medial do fêmur. OBJETIVO: Relatar o caso da persistência bilateral de veia ciática nos membros inferiores, comparando à literatura. MÉTODOS: Foram dissecados 32 membros inferiores de 16 cadáveres formolizados no Laboratório de Anatomia pela Disciplina de Anatomia Topográfica da Faculdade de Medicina da Universidade de Santo Amaro (Unisa), durante 2006 e 2007, observando-se em 2 membros inferiores de um único cadáver, a presença de veia ciática. RESULTADOS: No membro inferior esquerdo de um cadáver que apresentou a anomalia bilateralmente, a veia media 37 cm, tinha origem na região da veia poplítea, acompanhava o nervo ciático, perfurava o músculo adutor magno e desembocava na veia femoral profunda. No membro inferior direito, ela media 36 cm, originava-se recebendo as veias do compartimento tibial anterior, acompanhava o nervo ciático, perfurava o músculo adutor magno e desembocava na veia ilíaca interna. CONCLUSÃO: As variações anatômicas do sistema venoso do membro inferior são as mais prevalentes. A persistência da veia ciática pode causar insuficiência venosa crônica no membro inferior e, dessa forma, deve ser investigada para uma melhor conduta clínica ou cirúrgica. 2010 artículo científico 1677-5449 https://www.redalyc.org/articulo.oa?id=245016485007 pt http://www.redalyc.org/revista.oa?id=2450 Jornal Vascular Brasileiro application/pdf Sociedade Brasileira de Angiologia e de Cirurgia Vascular Jornal Vascular Brasileiro (Brasil) Num.3 Vol.9
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