Resistência tensional do pericárdio bovino fixado em glutaraldeído comparada com a da veia safena magna

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1. Verfasser: Marcio Miyamotto
Format: Artículo científico
Sprache:pt
Veröffentlicht: Sociedade Brasileira de Angiologia e de Cirurgia Vascular 2009
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author Marcio Miyamotto
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contents Resistência tensional do pericárdio bovino fixado em glutaraldeído comparada com a da veia safena magna Marcio Miyamotto Carlos Eduardo Del Valle Ricardo Cesar Rocha Moreira Jorge R. Ribas Timi Medicina Pericárdio veia safena endarterectomia de carótida CONTEXTO: O uso do pericárdio bovino como remendo na endarterectomia de carótida é uma alternativa à veia safena magna. As vantagens do pericárdio incluem facilidade de obtenção, menor tempo operatório e principalmente menor índice de ruptura. OBJETIVO: Avaliar a resistência tensional do pericárdio bovino tratado com glutaraldeído e compará-la com a da veia safena magna. MÉTODOS: Os remendos de pericárdio bovino (grupo I, n = 20) e de veia safena magna (grupo II, n = 20) foram recortados em dimensões iguais (50 x 5 mm) e preparados de modo habitual a sua utilização. Os grupos foram submetidos a ensaio de tração e comparados em relação a força de ruptura, força máxima e tensão de ruptura utilizando-se o teste t de Student. A correlação da espessura do remendo com a força de ruptura também foi analisada utilizando-se o coeficiente de correlação linear de Pearson. RESULTADOS: Os parâmetros força de ruptura e força máxima foram significativamente maiores no grupo dos remendos de pericárdio bovino: 1,97 versus 1,36 kgf (p = 0,001230) e 2,27 versus 1,51 kgf (p = 0,0001087), respectivamente. A tensão de ruptura média para o material pericárdio bovino também foi maior (193,99±43,05 versus 49,19±22,96 kgf/cm², p = 7,603e-16) do que na veia safena. A correlação entre a espessura e a força de ruptura foi considerada moderada (r = 0,5032993) para o pericárdio bovino e baixa (r = 0,3062166) para o grupo da veia safena. CONCLUSÃO: Os autores concluem que a resistência do pericárdio bovino à ruptura foi considerada adequada neste estudo, e é significativamente maior que a da veia safena magna, retirada da região da coxa. Além disso, a espessura do remendo em ambos os grupos não apresenta boa correlação com sua resistência a ruptura. 2009 artículo científico 1677-5449 https://www.redalyc.org/articulo.oa?id=245016489003 pt http://www.redalyc.org/revista.oa?id=2450 Jornal Vascular Brasileiro application/pdf Sociedade Brasileira de Angiologia e de Cirurgia Vascular Jornal Vascular Brasileiro (Brasil) Num.2 Vol.8
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Marcio Miyamotto
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Pericárdio
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Resistência tensional do pericárdio bovino fixado em glutaraldeído comparada com a da veia safena magna Marcio Miyamotto Carlos Eduardo Del Valle Ricardo Cesar Rocha Moreira Jorge R. Ribas Timi Medicina Pericárdio veia safena endarterectomia de carótida CONTEXTO: O uso do pericárdio bovino como remendo na endarterectomia de carótida é uma alternativa à veia safena magna. As vantagens do pericárdio incluem facilidade de obtenção, menor tempo operatório e principalmente menor índice de ruptura. OBJETIVO: Avaliar a resistência tensional do pericárdio bovino tratado com glutaraldeído e compará-la com a da veia safena magna. MÉTODOS: Os remendos de pericárdio bovino (grupo I, n = 20) e de veia safena magna (grupo II, n = 20) foram recortados em dimensões iguais (50 x 5 mm) e preparados de modo habitual a sua utilização. Os grupos foram submetidos a ensaio de tração e comparados em relação a força de ruptura, força máxima e tensão de ruptura utilizando-se o teste t de Student. A correlação da espessura do remendo com a força de ruptura também foi analisada utilizando-se o coeficiente de correlação linear de Pearson. RESULTADOS: Os parâmetros força de ruptura e força máxima foram significativamente maiores no grupo dos remendos de pericárdio bovino: 1,97 versus 1,36 kgf (p = 0,001230) e 2,27 versus 1,51 kgf (p = 0,0001087), respectivamente. A tensão de ruptura média para o material pericárdio bovino também foi maior (193,99±43,05 versus 49,19±22,96 kgf/cm², p = 7,603e-16) do que na veia safena. A correlação entre a espessura e a força de ruptura foi considerada moderada (r = 0,5032993) para o pericárdio bovino e baixa (r = 0,3062166) para o grupo da veia safena. CONCLUSÃO: Os autores concluem que a resistência do pericárdio bovino à ruptura foi considerada adequada neste estudo, e é significativamente maior que a da veia safena magna, retirada da região da coxa. Além disso, a espessura do remendo em ambos os grupos não apresenta boa correlação com sua resistência a ruptura. 2009 artículo científico 1677-5449 https://www.redalyc.org/articulo.oa?id=245016489003 pt http://www.redalyc.org/revista.oa?id=2450 Jornal Vascular Brasileiro application/pdf Sociedade Brasileira de Angiologia e de Cirurgia Vascular Jornal Vascular Brasileiro (Brasil) Num.2 Vol.8
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