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|---|---|
| Format: | Artículo científico |
| Language: | pt |
| Published: |
Sociedade Brasileira de Angiologia e de Cirurgia Vascular
2005
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| Subjects: | |
| Online Access: | https://www.redalyc.org/articulo.oa?id=245016535010 |
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Table of Contents:
- Trombose venosa profunda de membros superiores: estudo coorte retrospectivo de 52 casos Ricardo de Alvarenga Yoshida Marcone Lima Sobreira Mariangela Giannini Regina Moura Hamilton Almeida Rollo Winston Bonetti Yoshida Francisco Humberto de Abreu Maffei Medicina Trombose trombose venosa anticoagulantes extremidade superior OBJETIVO: Rever os fatores predisponentes e a evolução em série de casos de trombose venosa profunda dos membros superiores de nossa instituição. MÉTODOS: Cinqüenta e dois pacientes consecutivos, com trombose venosa profunda dos membros superiores (29 homens e 23 mulheres), idade média de 52,3 anos, documentados por mapeamento dúplex (71,1%), flebografia (11,1%) ou clinicamente (15,6%), foram incluídos no presente estudo. RESULTADOS: As manifestações clínicas foram: dor no antebraço (24 casos - 46,1%), dor no braço (27 casos - 51,9%), edema do membro superior (45 casos - 86,5%), dor à compressão do membro superior (36 casos - 70,2%) e dor à movimentação do mesmo (32 casos - 61,7%). Os principais fatores de risco foram: punção ou acesso venoso (20 casos - 39,1%) e câncer (16 casos - 32,6%). As veias envolvidas foram: umeral (n = 18), axilar (n = 27), subclávia (n = 15) e jugular (n = 11). A embolia pulmonar estava inicialmente presente em quatro casos (7,6%). O tratamento inicial foi feito com heparina não-fracionada intravenosa (64,3%), subcutânea (16,7%), ou heparina de baixo peso molecular (17,1%), seguido de varfarina. Doze pacientes morreram antes da alta, em função de causas não relacionadas à embolia pulmonar. Foram acompanhados os 40 pacientes restantes por período de 3 meses a 10 anos, sendo que dois morreram de causas não relacionadas à embolia pulmonar, um paciente desenvolveu seqüelas pós-trombóticas, como edema residual e limitações aos movimentos, e seis ficaram com discretos sintomas residuais (edema e dor). CONCLUSÕES: A trombose venosa profunda dos membros superiores foi mais freqüente em pacientes submetidos a acessos venosos e com neoplasia em atividade. Comparando com dados da literatura, a evolução dos pacientes sob tratamento exclusivo com anticoagulantes foi, no mínimo, similar a outros tratamentos propostos. 2005 artículo científico 1677-5449 https://www.redalyc.org/articulo.oa?id=245016535010 pt http://www.redalyc.org/revista.oa?id=2450 Jornal Vascular Brasileiro application/pdf Sociedade Brasileira de Angiologia e de Cirurgia Vascular Jornal Vascular Brasileiro (Brasil) Num.3 Vol.4