Resultados tardios das reconstruções arteriais dos membros inferiores com a utilização de veias portadoras de dilatações varicosas revestidas seletivamente com segmentos protéticos

Fuente: Redalyc
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Main Author: Didier Mellière
Format: Artículo científico
Language:pt
Published: Sociedade Brasileira de Angiologia e de Cirurgia Vascular 2005
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author Didier Mellière
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contents Resultados tardios das reconstruções arteriais dos membros inferiores com a utilização de veias portadoras de dilatações varicosas revestidas seletivamente com segmentos protéticos Didier Mellière Maria Claudia de Albuquerque Pascal Desgranges Eric Allaire Jean Pierre Becquemin Medicina enxertos veias varicosas Pontes arteriais OBJETIVO: Responder as seguintes questões: 1) o revestimento protético deve ser precedido de uma redução da ectasia? 2) as zonas revestidas apresentam um risco de hiperplasia ou estenose? 3) as zonas não revestidas possuem um risco de dilatação e ruptura? MÉTODOS: Doze pacientes (10 homens e duas mulheres), com idades entre 33 e 77 anos (idade mediana = 68), foram submetidos a pontes em conseqüência de arterite (n = 7), aneurisma poplíteo (n = 4) ou ruptura de prótese (n = 1). As pontes foram fêmoro-poplíteas (n = 8), fêmoro-infra poplíteas (n = 3) e poplíteo-poplítea (n = 1). A safena utilizada foi de forma reversa em nove casos e ex situ devalvuladas em três casos. Os revestimentos foram aplicados em número de um (n = 2), dois (n = 3), três (n = 6) e quatro (n = 1). Todos, exceto um, foram de PTFE. RESULTADOS: Duas pontes ocluíram, uma precocemente por déficit de leito distal e outra 4 anos após a operação. As outras 10 pontes permaneceram pérvias durante o acompanhamento, que variou entre 1 e 11 anos (mediana = 4 anos). Metade dos casos apresentou uma deterioração progressiva do leito distal. No último controle, duas pontes permaneceram pérvias, a despeito de um leito distal desértico. CONCLUSÃO: Os resultados desta série apresentam-se notadamente superiores aos das pontes protéicas descritas na literatura. O revestimento é efetuado facilmente com uma prótese curta de PTFE de parede fina. É inútil reduzir as dilatações antes do revestimento por sutura ou ressecção - anastomose. As zonas situadas sobre a bainha de PTFE não evoluem para estenoses. As zonas intermediárias dilatam-se por vezes moderadamente e sem risco de ruptura. 2005 artículo científico 1677-5449 https://www.redalyc.org/articulo.oa?id=245018752007 pt http://www.redalyc.org/revista.oa?id=2450 Jornal Vascular Brasileiro application/pdf Sociedade Brasileira de Angiologia e de Cirurgia Vascular Jornal Vascular Brasileiro (Brasil) Num.4 Vol.4
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Didier Mellière
Medicina
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Pontes arteriais
Resultados tardios das reconstruções arteriais dos membros inferiores com a utilização de veias portadoras de dilatações varicosas revestidas seletivamente com segmentos protéticos Didier Mellière Maria Claudia de Albuquerque Pascal Desgranges Eric Allaire Jean Pierre Becquemin Medicina enxertos veias varicosas Pontes arteriais OBJETIVO: Responder as seguintes questões: 1) o revestimento protético deve ser precedido de uma redução da ectasia? 2) as zonas revestidas apresentam um risco de hiperplasia ou estenose? 3) as zonas não revestidas possuem um risco de dilatação e ruptura? MÉTODOS: Doze pacientes (10 homens e duas mulheres), com idades entre 33 e 77 anos (idade mediana = 68), foram submetidos a pontes em conseqüência de arterite (n = 7), aneurisma poplíteo (n = 4) ou ruptura de prótese (n = 1). As pontes foram fêmoro-poplíteas (n = 8), fêmoro-infra poplíteas (n = 3) e poplíteo-poplítea (n = 1). A safena utilizada foi de forma reversa em nove casos e ex situ devalvuladas em três casos. Os revestimentos foram aplicados em número de um (n = 2), dois (n = 3), três (n = 6) e quatro (n = 1). Todos, exceto um, foram de PTFE. RESULTADOS: Duas pontes ocluíram, uma precocemente por déficit de leito distal e outra 4 anos após a operação. As outras 10 pontes permaneceram pérvias durante o acompanhamento, que variou entre 1 e 11 anos (mediana = 4 anos). Metade dos casos apresentou uma deterioração progressiva do leito distal. No último controle, duas pontes permaneceram pérvias, a despeito de um leito distal desértico. CONCLUSÃO: Os resultados desta série apresentam-se notadamente superiores aos das pontes protéicas descritas na literatura. O revestimento é efetuado facilmente com uma prótese curta de PTFE de parede fina. É inútil reduzir as dilatações antes do revestimento por sutura ou ressecção - anastomose. As zonas situadas sobre a bainha de PTFE não evoluem para estenoses. As zonas intermediárias dilatam-se por vezes moderadamente e sem risco de ruptura. 2005 artículo científico 1677-5449 https://www.redalyc.org/articulo.oa?id=245018752007 pt http://www.redalyc.org/revista.oa?id=2450 Jornal Vascular Brasileiro application/pdf Sociedade Brasileira de Angiologia e de Cirurgia Vascular Jornal Vascular Brasileiro (Brasil) Num.4 Vol.4
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