Trombose venosa profunda como complicação da escleroterapia química no tratamento de telangiectasias dos membros inferiores

Fuente: Redalyc
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Auteur principal: Adilson Ferraz Paschôa
Format: Artículo científico
Langue:pt
Publié: Sociedade Brasileira de Angiologia e de Cirurgia Vascular 2005
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author Adilson Ferraz Paschôa
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contents Trombose venosa profunda como complicação da escleroterapia química no tratamento de telangiectasias dos membros inferiores Adilson Ferraz Paschôa Luciana Hayashida Marcelo Kurz Siqueira Bonno van Bellen Medicina complicações escleroterapia Trombose de veias profundas Os autores relatam dois casos de escleroterapia de telangiectasias, as quais complicaram com trombose venosa profunda. O primeiro caso foi confirmado por flebografia, e o segundo, por duplex scan. Um paciente, 8 anos após, apresentou uma tromboflebite espontânea de veia safena parva, que resultou em pesquisa de trombofilia positiva para o Fator V Leiden. A outra paciente teve pesquisa de trombofilia negativa. Os relatos de tromboembolismo relacionado à escleroterapia são escassos na literatura. O objetivo do trabalho é alertar para essa possibilidade, valorizando as queixas de dor e edema após a escleroterapia. Havendo suspeita clínica, o duplex scan deve ser realizado. 2005 artículo científico 1677-5449 https://www.redalyc.org/articulo.oa?id=245018752014 pt http://www.redalyc.org/revista.oa?id=2450 Jornal Vascular Brasileiro application/pdf Sociedade Brasileira de Angiologia e de Cirurgia Vascular Jornal Vascular Brasileiro (Brasil) Num.4 Vol.4
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publishDate 2005
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Adilson Ferraz Paschôa
Medicina
complicações
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Trombose de veias profundas
Trombose venosa profunda como complicação da escleroterapia química no tratamento de telangiectasias dos membros inferiores Adilson Ferraz Paschôa Luciana Hayashida Marcelo Kurz Siqueira Bonno van Bellen Medicina complicações escleroterapia Trombose de veias profundas Os autores relatam dois casos de escleroterapia de telangiectasias, as quais complicaram com trombose venosa profunda. O primeiro caso foi confirmado por flebografia, e o segundo, por duplex scan. Um paciente, 8 anos após, apresentou uma tromboflebite espontânea de veia safena parva, que resultou em pesquisa de trombofilia positiva para o Fator V Leiden. A outra paciente teve pesquisa de trombofilia negativa. Os relatos de tromboembolismo relacionado à escleroterapia são escassos na literatura. O objetivo do trabalho é alertar para essa possibilidade, valorizando as queixas de dor e edema após a escleroterapia. Havendo suspeita clínica, o duplex scan deve ser realizado. 2005 artículo científico 1677-5449 https://www.redalyc.org/articulo.oa?id=245018752014 pt http://www.redalyc.org/revista.oa?id=2450 Jornal Vascular Brasileiro application/pdf Sociedade Brasileira de Angiologia e de Cirurgia Vascular Jornal Vascular Brasileiro (Brasil) Num.4 Vol.4
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