Profilaxia medicamentosa da trombose venosa profunda em pacientes submetidos à cirurgia do trauma em um hospital universitário

Fuente: Redalyc
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Main Author: Carlos Alberto Engelhorn
Format: Artículo científico
Language:pt
Published: Sociedade Brasileira de Angiologia e de Cirurgia Vascular 2012
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author Carlos Alberto Engelhorn
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contents Profilaxia medicamentosa da trombose venosa profunda em pacientes submetidos à cirurgia do trauma em um hospital universitário Carlos Alberto Engelhorn Juliana Nardelli Ana Paula Diniz Iwamura Luísa da Silva André Salgado Melina de Oliveira Hartmann Ninon Catherine Witt Medicina trauma Profilaxia trombose venosa Contexto: Anualmente, milhões de pessoas são vítimas de trauma no mundo. Além de suas consequências sociais e econômicas, muitos dos pacientes necessitam de tratamento cirúrgico, gerando, portanto, maiores riscos à vida. O tromboembolismo venoso, consequência da trombose venosa profunda, é uma importante causa de morbimortalidade em pós-operatórios e pode ser evitado com profilaxia adequada. Objetivo: Avaliar a utilização da profilaxia medicamentosa para trombose venosa profunda em pacientes submetidos à cirurgia do trauma de emergência, em um hospital-escola. Métodos: Estudo transversal analítico, com 153 pacientes internados no Hospital Universitário Cajuru, em Curitiba, no Paraná, durante dois meses. Foram analisados prospectivamente prontuários de pacientes que necessitaram de cirurgia devido a trauma. O estudo incluiu pacientes classificados como alto e médio risco para trombose venosa profunda e avaliou-se a realização, ou não, da profilaxia medicamentosa. A análise estatística foi feita de forma descritiva. Resultados: Dos 153 pacientes incluídos no estudo, 99 (64,7%) foram classificados como alto risco para trombose venosa e 54 (35,3%) como médio, sendo que 144 (94%) não receberam profilaxia medicamentosa. Dos nove (6%) pacientes que receberam profilaxia medicamentosa, um foi estratificado como médio risco e os outros oito de alto risco. Dos pacientes que receberam profilaxia, em apenas quatro a orientação foi adequada. Conclusões: A profilaxia para trombose venosa não é realizada de maneira rotineira nos pacientes de médio e alto risco para trombose venosa profunda que são submetidos à cirurgia do trauma e, quando realizada, muitas vezes é inadequada. 2012 artículo científico 1677-5449 https://www.redalyc.org/articulo.oa?id=245023716005 pt http://www.redalyc.org/revista.oa?id=2450 Jornal Vascular Brasileiro application/pdf Sociedade Brasileira de Angiologia e de Cirurgia Vascular Jornal Vascular Brasileiro (Brasil) Num.2 Vol.11
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publishDate 2012
publisher Sociedade Brasileira de Angiologia e de Cirurgia Vascular
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Carlos Alberto Engelhorn
Medicina
trauma
Profilaxia
trombose venosa
Profilaxia medicamentosa da trombose venosa profunda em pacientes submetidos à cirurgia do trauma em um hospital universitário Carlos Alberto Engelhorn Juliana Nardelli Ana Paula Diniz Iwamura Luísa da Silva André Salgado Melina de Oliveira Hartmann Ninon Catherine Witt Medicina trauma Profilaxia trombose venosa Contexto: Anualmente, milhões de pessoas são vítimas de trauma no mundo. Além de suas consequências sociais e econômicas, muitos dos pacientes necessitam de tratamento cirúrgico, gerando, portanto, maiores riscos à vida. O tromboembolismo venoso, consequência da trombose venosa profunda, é uma importante causa de morbimortalidade em pós-operatórios e pode ser evitado com profilaxia adequada. Objetivo: Avaliar a utilização da profilaxia medicamentosa para trombose venosa profunda em pacientes submetidos à cirurgia do trauma de emergência, em um hospital-escola. Métodos: Estudo transversal analítico, com 153 pacientes internados no Hospital Universitário Cajuru, em Curitiba, no Paraná, durante dois meses. Foram analisados prospectivamente prontuários de pacientes que necessitaram de cirurgia devido a trauma. O estudo incluiu pacientes classificados como alto e médio risco para trombose venosa profunda e avaliou-se a realização, ou não, da profilaxia medicamentosa. A análise estatística foi feita de forma descritiva. Resultados: Dos 153 pacientes incluídos no estudo, 99 (64,7%) foram classificados como alto risco para trombose venosa e 54 (35,3%) como médio, sendo que 144 (94%) não receberam profilaxia medicamentosa. Dos nove (6%) pacientes que receberam profilaxia medicamentosa, um foi estratificado como médio risco e os outros oito de alto risco. Dos pacientes que receberam profilaxia, em apenas quatro a orientação foi adequada. Conclusões: A profilaxia para trombose venosa não é realizada de maneira rotineira nos pacientes de médio e alto risco para trombose venosa profunda que são submetidos à cirurgia do trauma e, quando realizada, muitas vezes é inadequada. 2012 artículo científico 1677-5449 https://www.redalyc.org/articulo.oa?id=245023716005 pt http://www.redalyc.org/revista.oa?id=2450 Jornal Vascular Brasileiro application/pdf Sociedade Brasileira de Angiologia e de Cirurgia Vascular Jornal Vascular Brasileiro (Brasil) Num.2 Vol.11
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