Anatomia tomográfica da veia cava e das veias renais: aspectos relevantes para implante de filtro de veia cava

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1. Verfasser: Thiago Melo do Espírito Santo
Format: Artículo científico
Sprache:pt
Veröffentlicht: Sociedade Brasileira de Angiologia e de Cirurgia Vascular 2015
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author Thiago Melo do Espírito Santo
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contents Anatomia tomográfica da veia cava e das veias renais: aspectos relevantes para implante de filtro de veia cava Thiago Melo do Espírito Santo Fernando Bacalhau Adilson Ferraz Paschôa Bonno van Bellen Igor Austin Douglas Raci Medicina anatomia radiologia veias renais biotipologia veia cava inferior Contexto: Há uma demanda crescente por procedimentos invasivos que abordam a veia cava inferior, especialmente o implante de filtros de veia cava. A identificação da veia renal mais caudal para a liberação segura do filtro nem sempre é fácil durante a cavografia. Objetivos: Estabelecer parâmetros da relação das veias renais e da cava infrarrenal com o corpo vertebral correspondente, sua relação com a biotipologia, presença de variações anatômicas, relação dos corpos vertebrais com a bifurcação das veias ilíacas comuns para a veia cava e distância desta bifurcação até a desembocadura da veia renal mais caudal, visando à implantação de filtro de veia cava. Métodos: Foram analisadas 150 tomografias computadorizadas de abdome no período entre outubro e novembro de 2011, tendo sido agrupadas de acordo com o biotipo apresentado (ângulo de Charpy). As tomografias forem realizadas na MEDIMAGEM e analisadas no Serviço de Cirurgia Vascular Integrada, ambas da Beneficência Portuguesa de São Paulo. Resultados: Dos 150 exames analisados, 127 (84,66%) apresentaram a emergência da veia renal mais caudal desde a projeção do primeiro espaço intervertebral lombar (L1-L2) até o corpo de L2, independentemente do biotipo do paciente. Somente 23 pacientes (15,33%) apresentaram a desembocadura da veia renal mais caudal abaixo do corpo de L2, ou seja, na projeção do espaço entre L2 e L3. Conclusões: A correlação radiológica da confluência da veia renal mais distal em relação aos corpos vertebrais apresenta pouca variação, independentemente do biotipo do paciente. 2015 artículo científico 1677-5449 https://www.redalyc.org/articulo.oa?id=245038353003 pt http://www.redalyc.org/revista.oa?id=2450 Jornal Vascular Brasileiro application/pdf Sociedade Brasileira de Angiologia e de Cirurgia Vascular Jornal Vascular Brasileiro (Brasil) Num.1 Vol.14
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publishDate 2015
publisher Sociedade Brasileira de Angiologia e de Cirurgia Vascular
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Thiago Melo do Espírito Santo
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Anatomia tomográfica da veia cava e das veias renais: aspectos relevantes para implante de filtro de veia cava Thiago Melo do Espírito Santo Fernando Bacalhau Adilson Ferraz Paschôa Bonno van Bellen Igor Austin Douglas Raci Medicina anatomia radiologia veias renais biotipologia veia cava inferior Contexto: Há uma demanda crescente por procedimentos invasivos que abordam a veia cava inferior, especialmente o implante de filtros de veia cava. A identificação da veia renal mais caudal para a liberação segura do filtro nem sempre é fácil durante a cavografia. Objetivos: Estabelecer parâmetros da relação das veias renais e da cava infrarrenal com o corpo vertebral correspondente, sua relação com a biotipologia, presença de variações anatômicas, relação dos corpos vertebrais com a bifurcação das veias ilíacas comuns para a veia cava e distância desta bifurcação até a desembocadura da veia renal mais caudal, visando à implantação de filtro de veia cava. Métodos: Foram analisadas 150 tomografias computadorizadas de abdome no período entre outubro e novembro de 2011, tendo sido agrupadas de acordo com o biotipo apresentado (ângulo de Charpy). As tomografias forem realizadas na MEDIMAGEM e analisadas no Serviço de Cirurgia Vascular Integrada, ambas da Beneficência Portuguesa de São Paulo. Resultados: Dos 150 exames analisados, 127 (84,66%) apresentaram a emergência da veia renal mais caudal desde a projeção do primeiro espaço intervertebral lombar (L1-L2) até o corpo de L2, independentemente do biotipo do paciente. Somente 23 pacientes (15,33%) apresentaram a desembocadura da veia renal mais caudal abaixo do corpo de L2, ou seja, na projeção do espaço entre L2 e L3. Conclusões: A correlação radiológica da confluência da veia renal mais distal em relação aos corpos vertebrais apresenta pouca variação, independentemente do biotipo do paciente. 2015 artículo científico 1677-5449 https://www.redalyc.org/articulo.oa?id=245038353003 pt http://www.redalyc.org/revista.oa?id=2450 Jornal Vascular Brasileiro application/pdf Sociedade Brasileira de Angiologia e de Cirurgia Vascular Jornal Vascular Brasileiro (Brasil) Num.1 Vol.14
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