Salvato in:
Dettagli Bibliografici
Autore principale: Walter Junior Boim de Araujo
Natura: Artículo científico
Lingua:pt
Pubblicazione: Sociedade Brasileira de Angiologia e de Cirurgia Vascular 2017
Soggetti:
Accesso online:https://www.redalyc.org/articulo.oa?id=245053323007
Tags: Aggiungi Tag
Nessun Tag, puoi essere il primo ad aggiungerne!!
Sommario:
  • Influência da termoablação com baixa e alta densidade de energia na junção safeno-femoral, utilizando laser endovenoso 1470 nm Walter Junior Boim de Araujo Fabiano Luiz Erzinger Filipe Carlos Caron Carlos Seme Nejm Junior Jorge Rufino Ribas Timi Medicina Varizes terapia a laser técnicas de ablação Contexto: Faz-se importante o conhecimento técnico dos ajustes de potência e de densidade de energia linear endovenosa ( linear endovenous energy density , LEED) adequados para atingir o objetivo final da termoablação endovenosa ( endovenous laser ablation , EVLA). Objetivos: Avaliar a influência de diferentes LEEDs em termos de patência e presença de refluxo, bem como determinar a evolução clínica. Métodos: Foram incluídas 60 veias safenas magnas (VSM). Os pacientes foram randomizados em dois grupos: EVLA com baixa potência (7 W e LEED de 20-40 J/cm) e com alta potência (15 W e LEED de 80-100 J/cm). O acompanhamento com eco-Doppler e escore de severidade clínica venoso (VCSS) foi realizado nos intervalos de 3-5 dias, 30 dias, 180 dias e 1 ano após o procedimento. Resultados: Dezoito pacientes (29 membros) tratados com 7W de potência e 13 pacientes (23 membros) com 15 W completaram o estudo. Não houve diferença significativa considerando idade, tempo de cirurgia e o uso de analgésicos, lateralidade, gênero e presença de comorbidades. O LEED médio foi de 33,54 J/cm no grupo de 7 W e de 88,66 J/cm no de 15 W. Ambos apresentaram melhora no VCSS, redução significativa dos diâmetros da JSF e ausência de diferença significativa quanto ao aumento do comprimento do coto da VSM e de refluxo após o tratamento. Conclusões: A utilização de maior densidade de energia mostrou-se mais efetiva em relação à estabilização do comprimento do coto da VSM e do refluxo em 6 meses. Fazem-se necessários estudos com um período de acompanhamento maior para fundamentar essa hipótese. 2017 artículo científico 1677-5449 https://www.redalyc.org/articulo.oa?id=245053323007 pt http://www.redalyc.org/revista.oa?id=2450 Jornal Vascular Brasileiro application/pdf Sociedade Brasileira de Angiologia e de Cirurgia Vascular Jornal Vascular Brasileiro (Brasil) Num.3 Vol.16