Da esperança à deceção: a ilusão do sufrágio feminino na revolução republicana portuguesa de 1910

Fuente: Redalyc
Salvato in:
Dettagli Bibliografici
Autore principale: João Esteves
Natura: Artículo científico
Lingua:pt
Pubblicazione: Universidad de Oviedo 2014
Soggetti:
Accesso online:
Tags: Aggiungi Tag
Nessun Tag, puoi essere il primo ad aggiungerne!!
_version_ 1876482020109975552
author João Esteves
author_facet João Esteves
contents Da esperança à deceção: a ilusão do sufrágio feminino na revolução republicana portuguesa de 1910 João Esteves Historia Parlamento I República sufrágio feminino legislação eleitoral Carolina Beatriz Ângelo Na sequência da revolução republicana de 5 de outubro de 1910, a reivindicação do sufrágio feminino tornou-se tema de debate, envolvendo o associativismo feminino, políticos, parlamentares (deputados e senadores), governantes, ministros, chefes de governo, Presidentes da República, juízes e tribunais. A discussão prolongou-se pelos dezasseis anos da I República e se, num primeiro momento, a rutura de poderes revelou-se favorável às aspirações sufragistas, normalizadas as instituições, sobreveio a deceção com a recusa do voto restrito para as mulheres. 2014 artículo científico 1576-4729 https://www.redalyc.org/articulo.oa?id=259031826016 pt http://www.redalyc.org/revista.oa?id=2590 Historia Constitucional application/pdf Universidad de Oviedo Historia Constitucional (España) Num.15
format Artículo científico
id redalyc_259031826016
institution Redalyc
language pt
publishDate 2014
publisher Universidad de Oviedo
spellingShingle Da esperança à deceção: a ilusão do sufrágio feminino na revolução republicana portuguesa de 1910
João Esteves
Historia
Parlamento
I República
sufrágio feminino
legislação eleitoral
Carolina Beatriz Ângelo
Da esperança à deceção: a ilusão do sufrágio feminino na revolução republicana portuguesa de 1910 João Esteves Historia Parlamento I República sufrágio feminino legislação eleitoral Carolina Beatriz Ângelo Na sequência da revolução republicana de 5 de outubro de 1910, a reivindicação do sufrágio feminino tornou-se tema de debate, envolvendo o associativismo feminino, políticos, parlamentares (deputados e senadores), governantes, ministros, chefes de governo, Presidentes da República, juízes e tribunais. A discussão prolongou-se pelos dezasseis anos da I República e se, num primeiro momento, a rutura de poderes revelou-se favorável às aspirações sufragistas, normalizadas as instituições, sobreveio a deceção com a recusa do voto restrito para as mulheres. 2014 artículo científico 1576-4729 https://www.redalyc.org/articulo.oa?id=259031826016 pt http://www.redalyc.org/revista.oa?id=2590 Historia Constitucional application/pdf Universidad de Oviedo Historia Constitucional (España) Num.15
title Da esperança à deceção: a ilusão do sufrágio feminino na revolução republicana portuguesa de 1910
topic Historia
Parlamento
I República
sufrágio feminino
legislação eleitoral
Carolina Beatriz Ângelo
url https://www.redalyc.org/articulo.oa?id=259031826016