Pacientes com depressão maior têm menor sensibilidade a contraste visual que indivíduos saudáveis

Fuente: Redalyc
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Autore principale: Renata Maria Toscano Barreto Lyra Nogueira
Natura: Artículo científico
Lingua:pt
Pubblicazione: Universidade Federal do Rio Grande do Norte 2012
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author Renata Maria Toscano Barreto Lyra Nogueira
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contents Pacientes com depressão maior têm menor sensibilidade a contraste visual que indivíduos saudáveis Renata Maria Toscano Barreto Lyra Nogueira Natanael Antonio dos Santos Psicología Percepção visual método psicofísico frequências espaciais sensibilidade ao contrate O objetivo foi medir a sensibilidade ao contraste, SC, visual de grades senoidais circulares concêntricas com frequências espaciais de 0,25; 4 e 8 cpg, ciclos por grau de ângulo visual, em adultos saudáveis e com depressão maior. Foram estimadas a SC de 20 participantes, 10 saudáveis e 10 participantes com depressão maior, utilizando o método psicofísico da escolha forçada e luminância média de 0,7 cd/m². Todos os participantes apresentavam acuidade visual normal ou corrigida e estavam livres de doenças identificáveis. Os resultados mostraram que a SC visual máxima ocorreu na faixa de 0,25 cpg para os dois grupos. Os resultados demonstraram ainda que a SC visual dos participantes com depressão maior foi mais baixa do que a dos participantes saudáveis (p < 0,05), pois os participantes com transtorno precisaram de mais contraste para detectar as frequências espaciais testadas. Estes resultados sugerem alterações na percepção visual relacionadas à depressão maior. 2012 artículo científico 1413-294X https://www.redalyc.org/articulo.oa?id=26122929014 pt http://www.redalyc.org/revista.oa?id=261 Estudos de Psicologia application/pdf Universidade Federal do Rio Grande do Norte Estudos de Psicologia (Brasil) Num.1 Vol.17
format Artículo científico
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publishDate 2012
publisher Universidade Federal do Rio Grande do Norte
spellingShingle Pacientes com depressão maior têm menor sensibilidade a contraste visual que indivíduos saudáveis
Renata Maria Toscano Barreto Lyra Nogueira
Psicología
Percepção visual
método psicofísico
frequências espaciais
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Pacientes com depressão maior têm menor sensibilidade a contraste visual que indivíduos saudáveis Renata Maria Toscano Barreto Lyra Nogueira Natanael Antonio dos Santos Psicología Percepção visual método psicofísico frequências espaciais sensibilidade ao contrate O objetivo foi medir a sensibilidade ao contraste, SC, visual de grades senoidais circulares concêntricas com frequências espaciais de 0,25; 4 e 8 cpg, ciclos por grau de ângulo visual, em adultos saudáveis e com depressão maior. Foram estimadas a SC de 20 participantes, 10 saudáveis e 10 participantes com depressão maior, utilizando o método psicofísico da escolha forçada e luminância média de 0,7 cd/m². Todos os participantes apresentavam acuidade visual normal ou corrigida e estavam livres de doenças identificáveis. Os resultados mostraram que a SC visual máxima ocorreu na faixa de 0,25 cpg para os dois grupos. Os resultados demonstraram ainda que a SC visual dos participantes com depressão maior foi mais baixa do que a dos participantes saudáveis (p < 0,05), pois os participantes com transtorno precisaram de mais contraste para detectar as frequências espaciais testadas. Estes resultados sugerem alterações na percepção visual relacionadas à depressão maior. 2012 artículo científico 1413-294X https://www.redalyc.org/articulo.oa?id=26122929014 pt http://www.redalyc.org/revista.oa?id=261 Estudos de Psicologia application/pdf Universidade Federal do Rio Grande do Norte Estudos de Psicologia (Brasil) Num.1 Vol.17
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