A prática do auto-exame da mama em mulheres de baixa renda: um estudo de crenças

Fuente: Redalyc
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Autore principale: Suy-Mey C. de Gonçalves Mendonça
Natura: Artículo científico
Lingua:pt
Pubblicazione: Universidade Federal do Rio Grande do Norte 1999
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author Suy-Mey C. de Gonçalves Mendonça
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contents A prática do auto-exame da mama em mulheres de baixa renda: um estudo de crenças Suy-Mey C. de Gonçalves Mendonça Mardonio Rique Dias Psicología auto crenças prevenção baixa renda exame da mama Tem sido objeto de preocupação da literatura médica e, maisrecentemente, da psicológica, a alta prevalência do câncerde mama nas mulheres. O diagnóstico precoce muito favorecena redução dos índices e, entre os meios de detecção, o“auto-exame da mama” se caracteriza como uma prevençãosecundária, sem custos e segura. Pesquisas demonstram,contudo, que a prática do auto-exame da mama éinsatisfatória, principalmente em mulheres de escolaridadee nível sócio-econômico baixos. Segundo a Teoria da AçãoRacional (TRA), a maioria dos comportamentos humanospode ser explicada em termos de crenças comportamentaisou normativas. Nesse sentido, a presente pesquisa teve porobjetivo investigar as crenças modais salientes desse estratopopulacional, desprovido de informações claras e serviçosde saúde efetivos, através de um levantamento em umaamostra de 40 mulheres entrevistadas em ambulatórios públicosde João Pessoa (PB). As entrevistas continham itenssobre as vantagens e desvantagens do auto-exame da mama,conhecimentos e dados sócio-demográficos. A média de idadeda amostra foi de 32,5 anos (DP = 11,37). As entrevistasindicaram um total de 132 crenças comportamentais, queforam categorizadas em nove dimensões e 166 crençasnormativas, categorizadas em quatro dimensões. Estes resultadosdemonstraram que as crenças influenciam a adesãoà prática do auto-exame da mama e servirão de base para que os profissionais que lidam com campanhas públicas deprevenção voltem sua atenção para esses aspectos e abordemconteúdos que promovam não só a prática do auto-exameda mama, mas outras estratégias preventivas nesta significativapopulação. 1999 artículo científico 1413-294X https://www.redalyc.org/articulo.oa?id=26140108 pt http://www.redalyc.org/revista.oa?id=261 Estudos de Psicologia application/pdf Universidade Federal do Rio Grande do Norte Estudos de Psicologia (Brasil) Num.1 Vol.4
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publishDate 1999
publisher Universidade Federal do Rio Grande do Norte
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Suy-Mey C. de Gonçalves Mendonça
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prevenção
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A prática do auto-exame da mama em mulheres de baixa renda: um estudo de crenças Suy-Mey C. de Gonçalves Mendonça Mardonio Rique Dias Psicología auto crenças prevenção baixa renda exame da mama Tem sido objeto de preocupação da literatura médica e, maisrecentemente, da psicológica, a alta prevalência do câncerde mama nas mulheres. O diagnóstico precoce muito favorecena redução dos índices e, entre os meios de detecção, o“auto-exame da mama” se caracteriza como uma prevençãosecundária, sem custos e segura. Pesquisas demonstram,contudo, que a prática do auto-exame da mama éinsatisfatória, principalmente em mulheres de escolaridadee nível sócio-econômico baixos. Segundo a Teoria da AçãoRacional (TRA), a maioria dos comportamentos humanospode ser explicada em termos de crenças comportamentaisou normativas. Nesse sentido, a presente pesquisa teve porobjetivo investigar as crenças modais salientes desse estratopopulacional, desprovido de informações claras e serviçosde saúde efetivos, através de um levantamento em umaamostra de 40 mulheres entrevistadas em ambulatórios públicosde João Pessoa (PB). As entrevistas continham itenssobre as vantagens e desvantagens do auto-exame da mama,conhecimentos e dados sócio-demográficos. A média de idadeda amostra foi de 32,5 anos (DP = 11,37). As entrevistasindicaram um total de 132 crenças comportamentais, queforam categorizadas em nove dimensões e 166 crençasnormativas, categorizadas em quatro dimensões. Estes resultadosdemonstraram que as crenças influenciam a adesãoà prática do auto-exame da mama e servirão de base para que os profissionais que lidam com campanhas públicas deprevenção voltem sua atenção para esses aspectos e abordemconteúdos que promovam não só a prática do auto-exameda mama, mas outras estratégias preventivas nesta significativapopulação. 1999 artículo científico 1413-294X https://www.redalyc.org/articulo.oa?id=26140108 pt http://www.redalyc.org/revista.oa?id=261 Estudos de Psicologia application/pdf Universidade Federal do Rio Grande do Norte Estudos de Psicologia (Brasil) Num.1 Vol.4
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