O uso de palmadas e surras como prática educativa

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1. Verfasser: Ana Paula Viezzer
Format: Artículo científico
Sprache:pt
Veröffentlicht: Universidade Federal do Rio Grande do Norte 2004
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author Ana Paula Viezzer
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contents O uso de palmadas e surras como prática educativa Ana Paula Viezzer Lidia Natalia Weber Dobrianskyj Olivia Brandenburg Justen Psicología punição corporal práticas educativas violência contra a criança Esta pesquisa identificou as práticas educativas parentais, com ênfase em castigos e punições corporais, pormeio do relato de estudantes. Responderam a um questionário com 61 questões, 472 crianças e adolescentesde ambos os sexos e com idade entre oito e 16 anos. A maioria dos participantes relatou que já receberapunições corporais (88,1%) e castigos (64,8%). Sobre punições corporais, 86,1% apanharam da mãe e 58,6%apanharam do pai; 36,9% dos participantes relataram que já ficaram machucados. A maioria dos participantesapanhou nas nádegas (64,7%), e os punidores utilizaram mais freqüentemente as próprias mãos (62,3%),embora cinto (43,0%) e chinelo (42,3%) também tenham servido para punir. A avaliação que os participantesfizeram sobre os métodos disciplinares revelou uma contradição: 75,2% concordaram que, quando fazemcoisas erradas, as crianças devem apanhar, mas somente 34,5% afirmaram que utilizarão punições corporaisem seus filhos, e um número considerável (27,1%) afirmou estar em dúvida. As implicações do uso da puniçãocorporal foram discutidas. 2004 artículo científico 1413-294X https://www.redalyc.org/articulo.oa?id=26190204 pt http://www.redalyc.org/revista.oa?id=261 Estudos de Psicologia application/pdf Universidade Federal do Rio Grande do Norte Estudos de Psicologia (Brasil) Num.2 Vol.9
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O uso de palmadas e surras como prática educativa Ana Paula Viezzer Lidia Natalia Weber Dobrianskyj Olivia Brandenburg Justen Psicología punição corporal práticas educativas violência contra a criança Esta pesquisa identificou as práticas educativas parentais, com ênfase em castigos e punições corporais, pormeio do relato de estudantes. Responderam a um questionário com 61 questões, 472 crianças e adolescentesde ambos os sexos e com idade entre oito e 16 anos. A maioria dos participantes relatou que já receberapunições corporais (88,1%) e castigos (64,8%). Sobre punições corporais, 86,1% apanharam da mãe e 58,6%apanharam do pai; 36,9% dos participantes relataram que já ficaram machucados. A maioria dos participantesapanhou nas nádegas (64,7%), e os punidores utilizaram mais freqüentemente as próprias mãos (62,3%),embora cinto (43,0%) e chinelo (42,3%) também tenham servido para punir. A avaliação que os participantesfizeram sobre os métodos disciplinares revelou uma contradição: 75,2% concordaram que, quando fazemcoisas erradas, as crianças devem apanhar, mas somente 34,5% afirmaram que utilizarão punições corporaisem seus filhos, e um número considerável (27,1%) afirmou estar em dúvida. As implicações do uso da puniçãocorporal foram discutidas. 2004 artículo científico 1413-294X https://www.redalyc.org/articulo.oa?id=26190204 pt http://www.redalyc.org/revista.oa?id=261 Estudos de Psicologia application/pdf Universidade Federal do Rio Grande do Norte Estudos de Psicologia (Brasil) Num.2 Vol.9
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