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Bibliographic Details
Main Author: Maria Raquel Moretti Pires
Format: Artículo científico
Language:pt
Published: Universidade Federal de Santa Catarina 2017
Subjects:
Online Access:https://www.redalyc.org/articulo.oa?id=265351592005
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Table of Contents:
  • Prevalência e os Fatores Associados da Violência Psicológica Contra Gestantes em Capital no Sul Do Brasil Maria Raquel Moretti Pires Tadeu Zomer Locatelli Paulo Fernando Brum Rojas Sheila Rubia Lindner Carolina Carvalho Bolsoni Elza Berger Salema Coelho Salud gravidez estudos transversais Violência psicológica Estimar a prevalência, fatores associados da violência psicológica na gravidez e autores da agressão, com mulheres no período do puerpério interna das nos setores de alojamento conjunto das Maternidades Públicas dos Hospitais da Grande Florianópolis, no ano de 2014. T rata - se de um estudo transversal e de base ho spitalar, com 753 mulheres puérperas que tiveram o parto em alguma das três maternidades públicas da Grande Florianópolis (SC) entre março e maio de 2014. Utilizou - se questionário adaptado do Estudo Multipaíses, da Organização Mundial da Saúde validado no Brasil. A prevalência da violência psicológica foi calculada e em seguida , por meio da Regressão Logística, testaram - se os fatores associados à violência psicológica. Como resultados, a prevalência de violência psicológica na gestação foi de 17,5%. Sofrer violência em gestações anteriores e nos 12 meses que antecederam a gestação aumenta em 15,85 e 12,75 vezes as chances de sofrer violência psicológica durante a gestação, respectivamente, quando comparadas com mulheres que não sofreram esse tipo de agressão . Sofrer violência psicológica (i nsulto, humilhação ou ameaça) por outra pessoa, que não o parceiro íntimo, na gestação, aumenta em 7,44 vezes as chances quando ocorreu por parte de algum familiar. Conclui - se então, que foram estimadas prevalências elevada s de violência psicológica e gravidez indesejada durante a gestação. A gravidez indesejada pode ser considerada um fator de estresse no relacionamento. De acordo com os fatores associados, o que faz com que a mulher sofra violência psicológica na gravidez atual é ela ter sofrido violência psicológica em gestações anteriores. A gravidez não pode ser considerada como fator protetivo para não sofrer violência psicológica na gestação. Com relação aos autores da violência psicológica, foi verificado que tanto o parceiro íntimo, como os familiares se destacam como principais perpetradores da violência psicológica na gestação. 2017 artículo científico 2178-7085 https://www.redalyc.org/articulo.oa?id=265351592005 pt http://www.redalyc.org/revista.oa?id=2653 Saúde & Transformação Social / Health & Social Change application/pdf Universidade Federal de Santa Catarina Saúde & Transformação Social / Health & Social Change (Brasil) Num.1 Vol.8