Breve Ensaio sobre o Convívio: De Terreiros, de Festas e de Comunidades

Fuente: Redalyc
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Main Author: Florianita Coelho Braga-Campos
Format: Artículo científico
Language:pt
Published: Universidade de Fortaleza 2012
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author Florianita Coelho Braga-Campos
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contents Breve Ensaio sobre o Convívio: De Terreiros, de Festas e de Comunidades Florianita Coelho Braga-Campos Gabryell Tavares de Barbosa Rafaela Camargo Baldo Psicología Festas Convívio Lentidão Comunidades Cultura Popular Este artigo é fruto de estudos do projeto de extensão O Terreiro Lá de Casa. O artigo pretende discutir o papel da cultura na promoção de vida dos homens, a partir de diversos autores que sustentam diferentes significados para terreiros, festas e comunidades como expressões da cultura ao longo da história. O terreiro, ou o espaço depois da edificação da casa, era considerado por várias culturas, um lugar íntimo, situado no espaço privado, era o espaço público familiar. Era neste terreiro onde as pessoas podiam chorar e cantar de alegria e tristeza, rezar enfrentando deus e o diabo e, também, confabular, brincar e festejar. A Festa significando desde seu valor de “alimentar na fonte primordial” até o sentido atual - no mundo ocidental - o qual herdamos por força da colonização. "De terreiros, de festas e de comunidades" como espaços produtivos por excelência, em que se desenvolvem ações, de diferentes formas e intenções, que possibilitam comunicar-se, relacionar-se, compartilhar a memória e a cultura, criar novas conexões, música e literatura, trabalhar com o imaterial utilizando o que nos é mais comum: a linguagem, a inteligência, a imaginação, criando meios para uma inventividade, disparando a criatividade. O artigo defende o reconhecimento do que venha a ser os bens culturais presentes nas comunidades em que as pessoas estão inseridas. Discute a sua importância para resistir ao rompimento do idiorritmo e da lentidão imposto pela rapidez dominante no mundo atual, mas tão necessários ao convívio e crescimento humano. 2012 artículo científico 1518-6148 https://www.redalyc.org/articulo.oa?id=27130172009 pt http://www.redalyc.org/revista.oa?id=271 Revista Mal-estar E Subjetividade application/pdf Universidade de Fortaleza Revista Mal-estar E Subjetividade (Brasil) Num.3-4 Vol.XII
format Artículo científico
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institution Redalyc
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publishDate 2012
publisher Universidade de Fortaleza
spellingShingle Breve Ensaio sobre o Convívio: De Terreiros, de Festas e de Comunidades
Florianita Coelho Braga-Campos
Psicología
Festas
Convívio
Lentidão
Comunidades
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Breve Ensaio sobre o Convívio: De Terreiros, de Festas e de Comunidades Florianita Coelho Braga-Campos Gabryell Tavares de Barbosa Rafaela Camargo Baldo Psicología Festas Convívio Lentidão Comunidades Cultura Popular Este artigo é fruto de estudos do projeto de extensão O Terreiro Lá de Casa. O artigo pretende discutir o papel da cultura na promoção de vida dos homens, a partir de diversos autores que sustentam diferentes significados para terreiros, festas e comunidades como expressões da cultura ao longo da história. O terreiro, ou o espaço depois da edificação da casa, era considerado por várias culturas, um lugar íntimo, situado no espaço privado, era o espaço público familiar. Era neste terreiro onde as pessoas podiam chorar e cantar de alegria e tristeza, rezar enfrentando deus e o diabo e, também, confabular, brincar e festejar. A Festa significando desde seu valor de “alimentar na fonte primordial” até o sentido atual - no mundo ocidental - o qual herdamos por força da colonização. "De terreiros, de festas e de comunidades" como espaços produtivos por excelência, em que se desenvolvem ações, de diferentes formas e intenções, que possibilitam comunicar-se, relacionar-se, compartilhar a memória e a cultura, criar novas conexões, música e literatura, trabalhar com o imaterial utilizando o que nos é mais comum: a linguagem, a inteligência, a imaginação, criando meios para uma inventividade, disparando a criatividade. O artigo defende o reconhecimento do que venha a ser os bens culturais presentes nas comunidades em que as pessoas estão inseridas. Discute a sua importância para resistir ao rompimento do idiorritmo e da lentidão imposto pela rapidez dominante no mundo atual, mas tão necessários ao convívio e crescimento humano. 2012 artículo científico 1518-6148 https://www.redalyc.org/articulo.oa?id=27130172009 pt http://www.redalyc.org/revista.oa?id=271 Revista Mal-estar E Subjetividade application/pdf Universidade de Fortaleza Revista Mal-estar E Subjetividade (Brasil) Num.3-4 Vol.XII
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