O mal-estar da professora alfabetizadora: contribuições de D. Winnicott

Fuente: Redalyc
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1. Verfasser: Nilce da Silva
Format: Artículo científico
Sprache:pt
Veröffentlicht: Universidade de Fortaleza 2005
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author Nilce da Silva
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contents O mal-estar da professora alfabetizadora: contribuições de D. Winnicott Nilce da Silva Psicología mal Winnicott criatividade subjetividade estar docente Este artigo pretende contribuir para a compreensão dasubjetividade da alfabetizadora à luz da teoria de Winnicott. Duranteo ano de 2004, em escolas públicas e particulares da cidade de SãoPaulo, por meio de pesquisa qualitativa, sem desprezar alguns dosinstrumentos característicos da pesquisa quantitativa, procuramosconhecer a vida de um grupo de professoras alfabetizadoras (das séries iniciais do Ensino Fundamental Regular e de Educação deJovens e Adultos - EJA) do ponto de vista das suas lembranças -das recordações que outras pessoas do seu círculo social próximotêm de suas vidas – e das interpretações que as mesmas fazemde suas vidas quando pequenas e relacionar esta “memóriaindividual e coletiva” com os aspectos relacionados àsrepresentações que as mesmas têm sobre seu desempenhoprofissional na carreira docente como alfabetizadora. Dos dadoscoletados e analisados, verificou-se uma tendência em apontar queprofessoras alfabetizadoras que enquanto bebês tiveram “mãessuficientemente boas”, no sentido winnicottiano do unitermo, têmmaior satisfação no desempenho nas suas carreiras e, inclusivepor isto, sofrem menos as conseqüências do stress docente(burnout) na medida em que são mais criativas na sua práticapedagógica e na sua vida cotidiana. Não por isso, deixam de sentira pressão social quando procuram criar e fazer, sobretudo noâmbito dos sistemas públicos de ensino, que se mostram poucoabertos para o profissional que faz, conduzindo-os à espera doentiadas férias, dos feriados e da aposentadoria. Dividimos este artigonas seguintes partes: a - introdução: das dificuldades de entender asubjetividade; b - os trabalhos que têm sido feitos na área do stressdocente; c - o “tipo ideal” da “mãe suficientemente boa”; d -apresentação e análise de dados; e finalmente, apresentamosalgumas considerações que podem servir para o debate destaproblemática com ênfase na importância do “ato criativo”. 2005 artículo científico 1518-6148 https://www.redalyc.org/articulo.oa?id=27150102 pt http://www.redalyc.org/revista.oa?id=271 Revista Mal-estar E Subjetividade application/pdf Universidade de Fortaleza Revista Mal-estar E Subjetividade (Brasil) Num.1 Vol.V
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publishDate 2005
publisher Universidade de Fortaleza
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O mal-estar da professora alfabetizadora: contribuições de D. Winnicott Nilce da Silva Psicología mal Winnicott criatividade subjetividade estar docente Este artigo pretende contribuir para a compreensão dasubjetividade da alfabetizadora à luz da teoria de Winnicott. Duranteo ano de 2004, em escolas públicas e particulares da cidade de SãoPaulo, por meio de pesquisa qualitativa, sem desprezar alguns dosinstrumentos característicos da pesquisa quantitativa, procuramosconhecer a vida de um grupo de professoras alfabetizadoras (das séries iniciais do Ensino Fundamental Regular e de Educação deJovens e Adultos - EJA) do ponto de vista das suas lembranças -das recordações que outras pessoas do seu círculo social próximotêm de suas vidas – e das interpretações que as mesmas fazemde suas vidas quando pequenas e relacionar esta “memóriaindividual e coletiva” com os aspectos relacionados àsrepresentações que as mesmas têm sobre seu desempenhoprofissional na carreira docente como alfabetizadora. Dos dadoscoletados e analisados, verificou-se uma tendência em apontar queprofessoras alfabetizadoras que enquanto bebês tiveram “mãessuficientemente boas”, no sentido winnicottiano do unitermo, têmmaior satisfação no desempenho nas suas carreiras e, inclusivepor isto, sofrem menos as conseqüências do stress docente(burnout) na medida em que são mais criativas na sua práticapedagógica e na sua vida cotidiana. Não por isso, deixam de sentira pressão social quando procuram criar e fazer, sobretudo noâmbito dos sistemas públicos de ensino, que se mostram poucoabertos para o profissional que faz, conduzindo-os à espera doentiadas férias, dos feriados e da aposentadoria. Dividimos este artigonas seguintes partes: a - introdução: das dificuldades de entender asubjetividade; b - os trabalhos que têm sido feitos na área do stressdocente; c - o “tipo ideal” da “mãe suficientemente boa”; d -apresentação e análise de dados; e finalmente, apresentamosalgumas considerações que podem servir para o debate destaproblemática com ênfase na importância do “ato criativo”. 2005 artículo científico 1518-6148 https://www.redalyc.org/articulo.oa?id=27150102 pt http://www.redalyc.org/revista.oa?id=271 Revista Mal-estar E Subjetividade application/pdf Universidade de Fortaleza Revista Mal-estar E Subjetividade (Brasil) Num.1 Vol.V
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