Identidade e a degradação da carne

Fuente: Redalyc
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Main Author: Christian Ingo Lenz Dunker
Format: Artículo científico
Language:pt
Published: Universidade de Fortaleza 2006
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_version_ 1876454529725104128
author Christian Ingo Lenz Dunker
author_facet Christian Ingo Lenz Dunker
contents Identidade e a degradação da carne Christian Ingo Lenz Dunker Fuad Kyrillos Neto Psicología corpo ideologia identidade psicanálise modernidade A modernidade caracteriza-se por um duplo movimento naconstrução do corpo. Seu desencantamento e progressivacolonização como espaço homogêneo à natureza se fazacompanhar de um reencantamento de sua superfície comoimagem. Neste movimento, o corpo surge como matriz última doindivíduo ideologicamente naturalizado e esteticamenteartificializado. O presente estudo procura mostrar como háelementos críticos a esta concepção de corpo que residem nanoção medieval de carne, entendida misticamente comoexterioridade. Tal noção reaparece em Merleau-Ponty e em Lacancomo forma de subversão do dualismo moderno. Nosso objetivo émostrar como a carne reaparece em certas experiências limitesretratadas pela estética contemporânea as quais mostram adegradação do corpo como uma forma de situar a paradoxalidadedo objeto que supostamente representa. 2006 artículo científico 1518-6148 https://www.redalyc.org/articulo.oa?id=27160107 pt http://www.redalyc.org/revista.oa?id=271 Revista Mal-estar E Subjetividade application/pdf Universidade de Fortaleza Revista Mal-estar E Subjetividade (Brasil) Num.1 Vol.VI
format Artículo científico
id redalyc_27160107
institution Redalyc
language pt
publishDate 2006
publisher Universidade de Fortaleza
spellingShingle Identidade e a degradação da carne
Christian Ingo Lenz Dunker
Psicología
corpo
ideologia
identidade
psicanálise
modernidade
Identidade e a degradação da carne Christian Ingo Lenz Dunker Fuad Kyrillos Neto Psicología corpo ideologia identidade psicanálise modernidade A modernidade caracteriza-se por um duplo movimento naconstrução do corpo. Seu desencantamento e progressivacolonização como espaço homogêneo à natureza se fazacompanhar de um reencantamento de sua superfície comoimagem. Neste movimento, o corpo surge como matriz última doindivíduo ideologicamente naturalizado e esteticamenteartificializado. O presente estudo procura mostrar como háelementos críticos a esta concepção de corpo que residem nanoção medieval de carne, entendida misticamente comoexterioridade. Tal noção reaparece em Merleau-Ponty e em Lacancomo forma de subversão do dualismo moderno. Nosso objetivo émostrar como a carne reaparece em certas experiências limitesretratadas pela estética contemporânea as quais mostram adegradação do corpo como uma forma de situar a paradoxalidadedo objeto que supostamente representa. 2006 artículo científico 1518-6148 https://www.redalyc.org/articulo.oa?id=27160107 pt http://www.redalyc.org/revista.oa?id=271 Revista Mal-estar E Subjetividade application/pdf Universidade de Fortaleza Revista Mal-estar E Subjetividade (Brasil) Num.1 Vol.VI
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topic Psicología
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