Caminhos das águas, caminhos de terra: trilhando o território alagoano através dos mapas nos primeiros séculos coloniais

Fuente: Redalyc
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Autore principale: MARIA ANGÉLICA DA SILVA
Natura: Artículo científico
Lingua:pt
Pubblicazione: Universidade de São Paulo 2018
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author MARIA ANGÉLICA DA SILVA
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contents Caminhos das águas, caminhos de terra: trilhando o território alagoano através dos mapas nos primeiros séculos coloniais MARIA ANGÉLICA DA SILVA BIANCA MACHADO MUNIZ CATARINA AGUDO MENEZES Historia Caminhos Iconografia holandesa Cartografia seiscentista Formação territorial de Alagoas No período colonial, as terras denominadas Alagoas inicialmente pertenciam à capitania de Pernambuco. Contudo, sinais da sua geografia já são encontrados nos primeiros mapas que representam o Brasil. Através da cartografia portuguesa da família Albernaz e, depois, da extensa produção holandesa, pode-se acompanhar como a região vai sendo desenhada - a princípio pela marcação dos acidentes geográficos, em especial os rios, mas depois pela identificação de vilas, caminhos e engenhos. Na série aqui analisada destaca-se a carta Brasiliae Geographica et Hidrographica Tabula Nova..., habilmente produzida por George Marcgraf, o mais importante documento cartográfico seiscentista, realizado no período do denominado Brasil holandês. Somam-se a ele as vistas de Frans Post, que permitem tratar das três primeiras vilas fundadas na região. Entre os pontos que se observam estão os caminhos. Inicialmente hidrográficos, depois passam a ser recortados terras adentro. Comparando-se esse antigo material cartográfico com o atual, pode-se comprovar que algumas dessas trilhas, hoje assumindo a proporção de rodovias, chegam até os dias de hoje. Território identificado pelas marcas lagunares, a análise sobre Alagoas finaliza-se com o estudo das suas três vilas iniciais, seguido de apontamentos sobre a capital, Maceió, conduzidos a partir do mapa mais antigo da cidade até agora encontrado, produzido no século XVIII, no qual novamente salientam-se as águas e os caminhos. 2018 artículo científico 0101-4714 https://www.redalyc.org/articulo.oa?id=27358485028 https://www.redalyc.org/journal/273/27358485028/ https://www.redalyc.org/journal/273/27358485028/html/ https://www.redalyc.org/journal/273/27358485028/27358485028.epub https://www.redalyc.org/journal/273/27358485028/movil 10.1590/1982-02672018v26e16 pt http://www.redalyc.org/revista.oa?id=273 Anais do Museu Paulista application/pdf Universidade de São Paulo Anais do Museu Paulista (Brasil) Vol.26
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Caminhos das águas, caminhos de terra: trilhando o território alagoano através dos mapas nos primeiros séculos coloniais MARIA ANGÉLICA DA SILVA BIANCA MACHADO MUNIZ CATARINA AGUDO MENEZES Historia Caminhos Iconografia holandesa Cartografia seiscentista Formação territorial de Alagoas No período colonial, as terras denominadas Alagoas inicialmente pertenciam à capitania de Pernambuco. Contudo, sinais da sua geografia já são encontrados nos primeiros mapas que representam o Brasil. Através da cartografia portuguesa da família Albernaz e, depois, da extensa produção holandesa, pode-se acompanhar como a região vai sendo desenhada - a princípio pela marcação dos acidentes geográficos, em especial os rios, mas depois pela identificação de vilas, caminhos e engenhos. Na série aqui analisada destaca-se a carta Brasiliae Geographica et Hidrographica Tabula Nova..., habilmente produzida por George Marcgraf, o mais importante documento cartográfico seiscentista, realizado no período do denominado Brasil holandês. Somam-se a ele as vistas de Frans Post, que permitem tratar das três primeiras vilas fundadas na região. Entre os pontos que se observam estão os caminhos. Inicialmente hidrográficos, depois passam a ser recortados terras adentro. Comparando-se esse antigo material cartográfico com o atual, pode-se comprovar que algumas dessas trilhas, hoje assumindo a proporção de rodovias, chegam até os dias de hoje. Território identificado pelas marcas lagunares, a análise sobre Alagoas finaliza-se com o estudo das suas três vilas iniciais, seguido de apontamentos sobre a capital, Maceió, conduzidos a partir do mapa mais antigo da cidade até agora encontrado, produzido no século XVIII, no qual novamente salientam-se as águas e os caminhos. 2018 artículo científico 0101-4714 https://www.redalyc.org/articulo.oa?id=27358485028 https://www.redalyc.org/journal/273/27358485028/ https://www.redalyc.org/journal/273/27358485028/html/ https://www.redalyc.org/journal/273/27358485028/27358485028.epub https://www.redalyc.org/journal/273/27358485028/movil 10.1590/1982-02672018v26e16 pt http://www.redalyc.org/revista.oa?id=273 Anais do Museu Paulista application/pdf Universidade de São Paulo Anais do Museu Paulista (Brasil) Vol.26
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