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| Main Author: | |
|---|---|
| Format: | Artículo científico |
| Language: | pt |
| Published: |
Universidade de São Paulo
2020
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| Subjects: | |
| Online Access: | https://www.redalyc.org/articulo.oa?id=27362795007 https://www.redalyc.org/journal/273/27362795007/ https://www.redalyc.org/journal/273/27362795007/html/ https://www.redalyc.org/journal/273/27362795007/27362795007.epub https://www.redalyc.org/journal/273/27362795007/movil |
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Table of Contents:
- Paradoxos da “identidade nacional” nos discursos arquitetônicos de Lucio Costa e Sylvio de Vasconcellos DIEGO NOGUEIRA DIAS Historia Lucio Costa Movimento Moderno Identidade nacional Arquitetura colonial Sylvio de Vasconcellos No debate em torno do período e do estilo arquitetônico que representassem a identidade nacional na historiografia da arquitetura brasileira, nas primeiras décadas do século XX, diferentes agentes tomaram lugar na consolidação do ideário patrimonial arquitetônico. Figuras marcantes às políticas de preservação cultural, tais como Rodrigo Melo Franco de Andrade e Mário de Andrade, integraram o espaço público ressaltando suas posições de intelectuais inerentes às políticas culturais. Tendo em vista tal fato, este artigo se debruça sobre a consolidação no imaginário social da arquitetura setecentista enquanto efetiva representação da arquitetura nacional, concretizando-se enquanto estilo/período com o maior número de edificações tombadas até 1970. Compreendendo os diferentes sujeitos envolvidos nesse processo, centra-se, assim, na efetiva ação política de Lucio Costa e Sylvio Vasconcellos na defesa em torno do patrimônio colonial, a partir de textos e intervenções nas cidades tombadas Brasil afora, conformando e consolidando suas estratégias em torno de um ideário de patrimônio e nação. Além disso, busca-se compreender a relação direta estabelecida por ambos os agentes entre a arquitetura “eleita” patrimônio nacional e os preceitos do novo fazer arquitetônico vinculado ao Movimento Moderno, ao qual eram adeptos. Justificando o novo a partir do primitivo, numa relação perfeita em que tudo se explica e se encaixa, a arquitetura eclética foi tratada como cópia de estilos, exacerbação de ornamentos e vinculação ao estrangeirismo, se opondo assim ao projeto de nação pleiteado. Devemos sempre rever conceitos e diretrizes, tratando de forma mais verdadeira e justa o nosso patrimônio eclético, e em consequência, nossa historiografia arquitetônica. 2020 artículo científico 0101-4714 https://www.redalyc.org/articulo.oa?id=27362795007 https://www.redalyc.org/journal/273/27362795007/ https://www.redalyc.org/journal/273/27362795007/html/ https://www.redalyc.org/journal/273/27362795007/27362795007.epub https://www.redalyc.org/journal/273/27362795007/movil 10.1590/1982-02672020v28e14 pt http://www.redalyc.org/revista.oa?id=273 Anais do Museu Paulista application/pdf Universidade de São Paulo Anais do Museu Paulista (Brasil) Vol.28